Esse movimento não apenas reduz despesas operacionais, como também impulsiona um efeito colateral relevante: o aumento da demanda por sistemas de energia solar. Com a necessidade de recarga mais barata e previsível, cresce o número de motoristas investindo em geração própria, conectando mobilidade elétrica e transição energética em um mesmo ecossistema.
O avanço dos veículos eletrificados, que já representam 14% das vendas no país, reforça essa transformação estrutural. Mais do que uma tendência, a eletrificação começa a redefinir o setor automotivo e a dinâmica de consumo de energia no Brasil, com impactos diretos em diversas cadeias produtivas.
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Daqui a 2 anos quero reler essa matéria. Vai ser interessante.
ResponderExcluirSe o custo está baixando para os motoristas, o preço tem que baixar para o passageiro, ou vou exigir carros a gasolina.
ResponderExcluirnão se preocupe....o governo aumenta brutalmente os impostos... o jumenddad está aí para isso.
ExcluirCarro elétrico é uma lorota, para quem não se informa, em cinco anos vale 20% do valor que pagou, com sete põe na recicladora, pois uma bateria custa 40 a 50% do valor do veículo, quem vai comprar o carro com mais de cinco ano. País rico dá para encarar, no Brasil, é muito caro.
ResponderExcluirNa China os veículos elétricos são carregados a carvão. Até nisso o Brasil sabota o RS
ResponderExcluirA China está assistindo de camarote esta guerra do petróleo?
ResponderExcluirA passagem de navios pra china está liberada pelo IRÃ.
Os motoristas prejudicados vão tender a comprar carros elétricos, que já tem alguns com preço mais baixo que os carros movidos a petróleo.
No meu condomínio já estão se movimentando para eletrificar os boxes. E tem uma turma grande interessada.
Quem está promovendo a guerra vai dar os burros n'água
Só não sei se no resto do mundo vai ter eletricidade pra tanto carro elétrico.
Alguns países já estão retornando pra energia atômica.