Fepam vê se MPF tem razão ao suspender projeto de R$ 27 bi da CMPC. MPF quer consulta aos índios.

 A Fepam ainda não atendeu a recomendação do MPF para que suspenda a licença que concedeu para a implantação do Projeto Natureza, empreendimento pelo qual a chilena CMPC, Guaíba, investirá até R$ 27 bilhões em inúmeros projetos de natureza florestal e de cortes de serviços e de indústria, inclusive uma nova fábrica de celulose.

O prazo venceu ontem e a Fepam pediu mais 30 dias para analisar os argumentos do MPF do RS.

O MPF quer que os empreendedores consultem os índios, antes de qualquer aprovação. A Fepam pediu análise da Funai, que ainda não saiu.

Audiências públicas já foram realizadas dentro do que manda a lei e participou quem quis. Além disto, a CMPC fez Estudo de Componente Indígena, a pedido do próprio MPF.

6 comentários:

Anônimo disse...

Poucos estados nessa pindaíba que estamos, tem o privilégio de ter um investimento concreto desse porte.
O RS necessita desesperadamente destes investimentos.
Não empobreçam deliberadamente nosso amado Rio Grande!

Anônimo disse...

Esse é o MPF do GONET. Talvez se o MST invadisse o local , destruísse a mata, arrasando plantas e animais.... daí sem problemas. É o " social ". Entenderam onde estamos agora??

taquarimbo.blogspot.com disse...

o brasil e uma piada um investimento vultoso que vai gerar emprego e renda tem que perguntar a um bando de vagabundos se pode fazer ou nao derepenta aparece uns espertos que usam os indios como massa de manobra para arrancar dinheiro do empreededor e dar uns espelinhos para os indios

Anônimo disse...

Índio, o que tu acha. Se eu ganhar dinheiro, me serve.

Anônimo disse...

Acho um absurdo construir uma fábrica monstruosa e poluidora às margens da Lagoa dos Patos e numa comunidade com menos de 20 mil habitantes. Que ganho terão os moradores? Milhares de caminhões diariamente transitando na cidade e um cheiro insuportável diuturnamente na pacata cidadezinha, a troco de que? Icms ? O produto é exportado e a poluição fica aqui. Por que não produzem papel, que agrega maior valor, pelo menos? Essa empresa se veste de respeito à natureza mas polui muito, como já alertava o saudoso Lutzemberger. Ou a nova fundação Gaia agora apoia essa barbaridade?

Anônimo disse...

simples. índios querem grana....a natureza deixa pra lá.... 1 por cento do faturamento para os índios e estamos resolvidos..kkkkk

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