Pedro Dutra Fonseca, Zero Hora - A falta e o excesso

- O autor é professor titular do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFRGS.

Há duas semanas, neste espaço, a menção à desindustrialização gerou salutar debate. Mas houve quem depreendesse do mesmo mensagem subliminar de mais subsídios ao setor – por que não dar esse dinheiro aos pobres, questionou um leitor caridoso.


Todavia, o artigo não formulou propostas. Limitou-se a constatar a perda dramática e sem similar no mundo da participação da indústria brasileira no PIB, que hoje é igual à de 1947. E cerca de 10%, quando nos anos 1970 alcançara 32%. Muito menos defendeu subsídios, até porque estes não faltaram, seja através de isenções, redução de impostos, perdão de multas e juros ou de financiamento.

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3 comentários:

Anônimo disse...

Só a cotação do dólar, bem mais alta, resolve.
É assim na China e no Japão.
O resto é conversa fiada, apesar de bons argumentos.

Anônimo disse...

Querem que chegue a zero continuem votando nos mamadores do estado.
Depois um chupa a orelha do outro

Anônimo disse...

Incentivar o turismo. O mercado de serviços mantém vários países pelo mundo. Para isso deveriam investir em educação, pois nosso povo em geral não está oreparado, em segurança, limpeza das ruas, infraestrutura em licais de beleza natural e restauração de prédios historios. Turismo gera riqueza e emprego, mais aie a indústria.