Feltes assume na Câmara sem cumprir promessa de fazer full disclosure sobre herança maldita do governo Tarso

Saiu nesta sexta-feira cargo, o secretário gaúcho da Fazenda, Giovani Feltes, que viajará as 14h para Brasília, porque assumirá como deputado Federal e domingo votará em Eduardo Cunha para presidente da Câmara.  Ele permanecerá em Brasília até quinta-feira, quando se licenciará, voltando para a secretaria. Seu substituto é Luiz Alberto Bins. Giovani Feltes viaja sem cumprir a promessa de reunir a imprensa e mostrar a radiografia (full disclosure) das esgualepadas finanças públicas. Ele alega que seu pessoal não conseguiu reunir todas as informações e dados. O que ele sabe com certeza é que os cofres públicos estão raspados, que não tem dinheiro suficiente e nem perspectivas de obtê-lo, mas que além disto possui contas deixadas pelo governo anterior e despesas sem cobertura, que crescem a cada dia. O governo prevê receita de R$ 47,9 bilhões para este ano, mas as despesas são calculadas por baixo em R$ 5,4 bilhões a mais do que este total. Somente os aumentos concedidos por Tarso e deixados para Sartori pagar, responderão por 11,9% do crescimento do total das despesas deste ano. 

5 comentários:

Anônimo disse...

Putz ! deveria comunicar a sociedade com estao as financas do estado, gastam milhoes em publicidade e nao botam a "boca no trombone" ?

No Brasil nao temos oposicao mesmo é um faz de conta.

M@theus disse...

Ele não irá fazer isso, mostrar o que o governo do tenente Tarso Genro fez para as finanças do estado. A função primordial de Sartori é arrumar a casa, sofrer o desgaste, comprar briga com a sociedade para em 2018 entregar o governo do estado de finanças controladas para o "glorioso" partido dos trabalhadores ou algum de seus partidos satélites (PDT, PCdoB, PSB, etc). Se ele, Sartori, aceitou esse papel problema dele, mas prova que não honra as tradições de luta e bravura deste pago.

Anônimo disse...

Qual a probabilidade de o tarço ir para a cadeia?

Rigor Crítico disse...

Raciocínio sobre "Como neutralizar/descartar o PT?": 1. Primeiramente considerar que Tarso desde sua empreitada "Mais Yeda nem a pau Juvenal" (aprovação irrestrita de Dilma) adotou em tempo integral uma expressão política pela lógica de embustes/farsas/vilezas; 2. Agora considerar que Tarso/PT instalado no poder foi adotado plano (= 8 anos) de ampliar em baixaria sofisticada (= mentir descaradamente, desabusadamente); 3. Então considerar que todas as providências administrativas pelos quatro anos/PT tiveram "cortinas de fumaça" através de baixezas próprias (= tarsices-petices); 4. Atenção leitor p/ a consideração a seguir: no último ano de governança a maior das tarsices (= armação por baixezas) foi apresentação de orçamento/2015 com logro incomum (= erro 100%, nunca antes imaginável de ocorrer); 5. Reparar qual a armação: a) hipótese de Tarso vencer/2014 ele sofisticará as mentiras e não se incomodará pelo orçamento erradão; b) hipótese de Tarso perder: o seu sucessor ficará muito mal, numa roubada sem tamanho, daí será fácil fazer oposição modo cáustico/PT; 6. Dá de pensar que Sartori/PMDB se apercebeu da armadilha então dá de considerar assim: a) para desarmar Tarso/PT não deve haver denúncia direta sobres baixezas/erros/danos/omissões/despropósitos; b) para frustrar Tarso/PT o governo anunciará sempre tão somente as suas providências visando correções; c) certamente que sociedade atinará (na marra, tchê!) que os sofrimentos e sacrifícios nos próximos tempos decorrerão das promoções perdulárias/infames/degradantes de Tarso/PT; d) Sartori e colaboradores estarão dedicados 99,99% de seus esforços para a única opção válida que será de obter o que Yeda/2010 conseguiu: déficit zero/2018.

Darcy Francisco Carvalho dos Santos disse...

O que está acontecendo com o Estado não é choro de governador. É falta de recursos mesmo, porque foram criadas despesas permanentes (aumento da folha) com recursos finitos (depósitos judiciais que se esgotaram). E ainda foram estendidos os reajustes até novembro de 2018, sobrando até para o governador que entrar em janeiro/2019.