O Consórcio Pulsa RS, vencedor da disputa realizada em fevereiro de 2024, afirma que recorrerá administrativamente e não descarta levar o caso à Justiça. O grupo sustenta que cumpriu as exigências previstas no edital e argumenta que os prazos foram impactados pelas enchentes que atingiram o Estado em 2024.
Com a revogação, o governo gaúcho deverá reformular o modelo de concessão com apoio do BNDES. O novo capítulo reacende as incertezas sobre o futuro do Cais Mauá, área considerada estratégica para o desenvolvimento imobiliário, turístico e econômico da capital gaúcha.

2 comentários:
governador DE MERDA.
Deveria interromper também essa expansão absurda dos pedágios.
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