O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo proibiu o empresário e influenciador Pablo Marçal (PRTB) de frequentar bares, boates e casas de prostituição.
A medida faz parte de um acordo homologado pela Justiça Eleitoral paulista que suspende, por dois anos, uma ação penal eleitoral movida pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (PSOL), pela divulgação de laudo falso durante as eleições municipais de 2024.
Durante a campanha eleitoral de 2022, Marçal disse que Boulos usava cocaína.
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