Japoneses desenvolvem técnica que pode reduzir transplantes cardíacos


Pesquisadores da Universidade de Osaka comemoraram o sucesso do procedimento em coletiva de imprensa. 

O paciente beneficiado sofre de cardiomiopatia isquêmica, anomalia onde os músculos cardíacos não recebem sangue suficiente. Em casos severos a doença exige transplante.

Eles retiraram e reprogramaram as células do próprio paciente a um estado semelhante ao das células embrionárias, porém especializadas como cardíacas.

Essas células foram aplicadas numa folha degradável e colocadas nas áreas prejudicadas do coração. Os pesquisadores vão acompanhar os resultados durante um ano. Se tudo ocorrer da forma como esperam, irão efetuar o mesmo procedimento em outras pessoas. No futuro, os pacientes com a enfermidade não precisarão entrar em filas de transplante, e o órgão disponível a eles poderá ser destinado a pessoas com problemas mais graves.

Um comentário:

Anônimo disse...

Que bom que existem pessoas do bem no mundo.
O sonho é que um dia o mundo mude e não tenhamos mais no Brasil um judiciário que não faz justiça, um legislativo que não legisla e um presidente que não comanda a nação. Que Deus nos ilumine para retirar este monstros que chacinam o povo brasileiro.