Bolsonaro avisou que vetará 9 artigos da Lei de Abuso de Autoridade

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje que vetará 9 pontos da Lei de Abuso de Autoridade.

11 comentários:

Anônimo disse...

theMonio

Anônimo disse...

E o "Veta Bolsonaro"? Bolsonaro se lixa pro povo?

Anônimo disse...

É melhor #jairvetando, senão deu pra tua bola bozo, só vai sobrar o editor do teu lado.

Anônimo disse...

Veremos se ele terá coragem de vetar... Governos será apenas figurante nos próximos 3,5 anos !

Anônimo disse...

O próprio MPF recomendou veto a 9 artigos!

Anônimo disse...

Acaba de entregar o poder de volta aos PETRALHAS...

Aproveitem os proximos 3 anos, dpois o caos.

Anônimo disse...

O SUL É O NOSSO PAÍS!

Anônimo disse...

#vetatudobolsonaro !!!

Anônimo disse...

Bolsonaro segue parecer do ministro Sérgio Moro, apoiado! Parabéns pela postura, os comunistas não acreditavam!

Anônimo disse...

Bolsonaro diz não ter "nenhum compromisso" com Moro no STF:

Questionado sobre indicação à Corte, presidente afirma que nome do advogado-geral da União, André Mendonça, é 'terrivelmente supremável'

31 AGO 2019 - UOL

O presidente Jair Bolsonaro voltou a colocar em dúvida, neste sábado, 31, a possibilidade de indicar o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, a uma vaga no Supremo Tribunal Federal, e acenou para outro auxiliar cotado, o advogado-geral da União, André Mendonça. Até o fim de seu mandato, o presidente terá ao menos duas vagas na Corte para preencher.

"Não existe nenhum compromisso meu com Moro", afirmou o presidente em almoço no quartel-general do Exército, em Brasília. "Tem que ver. Como o Senado avaliaria ele hoje?", questionou. Bolsonaro disse ainda que "Moro é ingênuo" e que "falta malícia" ao ministro. "O Paulo Guedes também era assim, mas ele está aprendendo."

As declarações ocorreram durante churrasco do qual o presidente participou no quartel-general do Exército, em Brasília. Pouco depois de entrar, Bolsonaro mandou os seguranças convidarem um grupo de jornalistas e motoristas da imprensa que o esperavam na porta para participar do evento. Ele conversou por cerca de uma hora e meia com seis jornalistas.

O presidente já declarou que pretende indicar para o Supremo um nome "terrivelmente evangélico". Questionado se este nome seria o de Mendonça, que é reverendo da Igreja Presbiteriana Esperança de Brasília, Bolsonaro disse que o auxiliar é "terrivelmente supremável".

A indicação de ministros do Supremo é uma atribuição do presidente da República, que depois precisa ser aprovada pelo Senado, após uma sabatina. Em maio, em uma entrevista à rádio Bandeirantes, Bolsonaro chegou a afirmar que, ao convidar Moro para integrar sua equipe de ministros, comprometeu-se a indicá-lo para a primeira vaga que fosse aberta no STF. ...

Anônimo disse...

Intercept: lavajatistas admitem "casamento de fachada" com bolsonarismo:

"O antipetismo era a cola que unia o bolsonarismo e a Lava Jato", afirmou o jornal, recuperando episódios em que, por exemplo, uma procuradora se disse “muito preocupada com uma possível volta do PT” e que rezaria muito para que isso não acontecesse. Dallagnol respondeu “Reza sim. Precisamos como país”

1 de setembro de 2019

247 - Em artigo do The Intercept Brasil publicado neste domingo (01), o jornalista João Filho sintetiza o objetivo central da Lava-Jato em sua aproximação com o bolsonarismo durante as eleições de 2018: evitar que o PT retornasse ao poder na figura de seu então candidato, Fernando Haddad. Segundo o jornal, o núcleo duro da Lava Jato estaria descontente com Bolsonaro por não proteger a operação.

O Intercept recupera fala do procurador Deltan Dallagnol em entrevista à Gazeta do Povo, do Paraná, em que diz: “O presidente Jair Bolsonaro, ao longo da campanha eleitoral, se apropriou de uma pauta anticorrupção. (…) Agora, o que nós vemos é que ele vem se distanciando desta pauta de quando coloca em segundo plano o projeto anticrime do juiz federal Sergio Moro. Ele coloca em segundo plano quando ele faz mudanças no Coaf e desprestigia o auditor da Receita Federal Roberto Leonel, que trabalhou na Lava Jato”.

"O antipetismo era a cola que unia o bolsonarismo e a Lava Jato", afirmou o jornal, recuperando episódios em que, por exemplo, uma procuradora se disse “muito preocupada com uma possível volta do PT” e que rezaria muito para que isso não acontecesse. Dallagnol respondeu “Reza sim. Precisamos como país”....