Carlos Ghosn, ex-Nissan e ex-Renault, foi preso novamente em Tóquio

Foi preso de novo, esta manhã, o ex-CEO da Renault e da Nissan Carlos Ghosn, que estava em prisão domiciliar em Toquio, sob a acusação de má conduta financeira, nas primeiras horas desta quinta-feira. Há investigação de uma quarta acusação, no caso uma transferência de 32 milhões de dólares para uma distribuidora das montadoras em Omã.

O executivo já enfrenta três acusações de má conduta financeira ligada à declaração de suas rendas. Ele nega os crimes. 

O ex-CEO anunciou uma coletiva de imprensa em 11 de abril. Ele postou no seu Twitter: "Estamos nos preparando para dizer a verdade sobre o que está acontecendo. Coletiva de imprensa na quinta-feira, em 11 de abril".

5 comentários:

Anônimo disse...

Judiciário japonês é sério. Já usaram até a lei samurai para aplicar a lei.

Se ele é inocente ou não, deveria ter se prevenido mais. Japonês não suporta submissão, traição e ilegalidade.

Eu sempre pensei que esse ex-CEO da Nissan fosse mais cuidadoso nos assuntos pessoais dele.

Anônimo disse...

Esse cara teria que pedir dinheiro a amigos de lá alegando que era para pagar advogados....fugir para uma praia contratar uma embarcação ir em direção a China....entre morrer de velho numa prisão e vai morrer mesmo e morrer tentando fugir deveria seguir o segundo

Anônimo disse...

Lá a coisa é tão séria que quando o japa desvia o comportamento vai a público pedir desculpas e mete uma bala no cerebro

Anônimo disse...

no Japão o PT nunca se criava

aparecido disse...

Se juntam esperteza árabe, hipocrisia europeia, arrogancia americana e desconfiança oriental temos Carlos Ghosn.. esse cara deve ter sido convidado a sair de fininho do japão e não saiu e pegarm pesado agora no pé dele...Um desviosinho que no Brasil nem seria noticia por lá as coisas são diferentes.. Portanto para aqueles que exercem cargos diretivos no mundo global não bastam conhecimentos estrategicos de negócios.. precisam de conhecimentos culturais, coisas que os diplomatas tem de sobra para enfrentar extensas negociações entre governos..o que não é quase nada num lugar é crime graudo noutro...que sirva de lições para administradores globais... .