Relatório de Lasier que restringe uso de cartões corporativos será votado hoje na CCJ do Senado

Ao lado, Lasier Martins.

Atualmente não existe restrição, dando margem a abusos. Prova disso é que entre 2003 e 2015 (governo Dilma, PT) os pagamentos com cartões corporativos alcançaram R$ 615 milhões, 95% dos quais com despesas sigilosas.

Relatório do senador Lasier Martins (PSD-RS) favorável ao projeto que reforça o rigor no uso de cartões corporativos pelo governo federal está na pauta desta quarta-feira na Comissão de Constituição e Justiça e deverá ser votado.
            
O PLS 84/2016 fixa limites e faz divulgação online dos gastos. O texto também proíbe saques e acréscimos a valores comprovados de despesas. 
        

20 comentários:

Anônimo disse...

Parabéns ao senador pela iniciativa.
Vamos ver se vai ser aprovado.

sempre mais disse...

Tem que ser extinto essa porcaria de cartão. Querem ser políticos para levarem vantagem com o suor do povo. Bando de canalhas!!!

sempre mais disse...

Como esses canalhas humilham o povo!!!

Anônimo disse...

O Senador Lasier, não me decepcionou. Continua trabalhando com muita seriedade e conseguindo avançar no rumo certo, apesar de todas aquelas serpentes peçonhentas, gordas e bem criadas, que o rodeiam no Senado Federa.

Anônimo disse...

Cartão corporativo pra que? Não deve existir. Fim ao cc, já.

Anônimo disse...

Nos EUA o presidente paga o que come na Casa Branca ...

Unknown disse...

Dá-lhe Lasier... honra meu voto!!!

Anônimo disse...

Para falar em abuso (tapa na cara do povo) um deputado do PMDB-PB André Amaral, iria viajar para Portugal com tudo pago pela câmara do deputados(contribinte) para um torneio de Kart.(como virou notícia ele desistiu) É piada o povo tem que acordar não reeleger ninguém em 2018.

Anônimo disse...

Cartão uma ova.

Tem que cortar é mordomia de políticos.

Bando de ladrões.

Anônimo disse...

Já não ganham o suficiente, não tem que ter cartão algum. Não podemos reeleger ninguém em 2018.

Anônimo disse...

CARTÃO CORPORATIVO-item MUITO IMPORTANTE na composição do ASSALTO DO LULA, DILMA E ASSECLAS aos COFRES PÚBLICOS! Tem que levantar quantos bilhões foram surrupiados pelos gatunos, aliás, já deveria ter sido divulgado!

JORGE LOEFFLER .'. disse...

O Rio Grande do Sul tem APENAS um Senador vez que as outras duas vagas são ocupadas por gente da $onegadora RB$. E este senhor é de uma cara de pau ímpar. Ele gastou quase DUZENTOS MIL REAIS para reformar o banheiro do ‘seu gabinete’ no Senado. Os de mais idade não necessariamente tem vergonha na cara e além outro exemplo é o DITADOR. Ambos tem ‘muitas coisas em comum’, não? Hahaha...

Anônimo disse...

Inclui os Senhores Senadores, Deputados, o Poder Judiciário e o MPF ou é só para o Executivo?

Anônimo disse...

Mentira deslavada.

Anônimo disse...

O cartão corporativo foi uma exvelente ferramenta criada no governo do FHC, facilitava em muito nas Estatais a compra de pequenos valores,ex:Um Grampeador, antes era necessário esperar N meses para licitar,os cartões eram tudo muito bem controladinhos, porém nos desgovernos petistas, como tudo, foi uma ferramenta de despesas pessoais, até noticiaram a compra de Tapioca, um tapa na cara dos brasileiros.Não é o cartão o culpado e sim quem usa e quem não controla o uso.Santos Dumont fez o Avião para uso de transporte de carga e passageiro, por usaram para a guerra para matar outros seres humanos.

Anônimo disse...

O que faltou nesses 13,5 anos de desgoverno das esquerdas escarlates bolivarianas foi controle, acabaram com todos os controles.

Anônimo disse...

Parabéns senador Lasier. O cartão corporativo deveria ser extinto. Não se tem controle nenhum sobre ele. Os últimos desgovernantes fizeram a festa com ele.

Anônimo disse...

LULA E DILMA BATERAM RECORD NA GASTANÇA É MANTIDO EM SEGREDO TAMBEM A AMANTE DE LULA GASTOU UMA FORTUNA VIAJANDO PELO MUNDO AS NOSSAS CUSTAS a GASTANÇA DELA EM CARTAO CORPORATIVO ATE HOJE TA EM SEGREDO- PT lADRAO DE IDOSOS SAFADOS CANALHAS

Ultra 8 disse...

ENCHENDO LINGUIÇA...

Anônimo disse...

Tem que acabar com esta farra.