Só Yeda, antes, repactuou parte da dívida com a União. Saiba como foi.

Embora seja importante,  porque o estoque total da dívida terá diminuição de R$ 15 bilhões, o governo gaúcho não reduzirá de cara as prestações mensais, porque estas foram estabelecidas em 13% da Receita Corrente Líquida. Isto significa que a prestação mensal não se vincula ao bolo, mas ao compromisso quantificado previamente e irredutível.

. Este ano, somente com a União, o governo estadual pagará R$ 2,6 bilhões, sem contar mais R$ 500 milhões de empréstimos tomados junto ao Banco Mundial e BNDES.

. O valor equivale a um mês e meio de arrecadação do ICMS.

. Uma derrama.

. A única ação anterior para reduzir a dívida foi tomada pela ex-governadora Yeda Crusius, que na prática trocou o indexador da dívida, ao tomar um empréstimo de US$ 1,1 bilhão junto ao Banco Mundial para abater valor igual do estoque da dívida com a União. O objetivo de Yeda foi justamente o de reduzir o alto custo do serviço do contrato com o governo federal, substituindo-o por melhor serviço da dívida com o Bird. O acordo foi assinado em 31 de março de 2008. De lá para cá, o governo estadual economizou R$ 700 milhões com a diferença.

- O capítulo completo sobre a repactuação da dívida com a União feita por Yeda e mais aspectos do seu governo e o enfrentamento com o Eixo do Mal, estão no livro Cabo de Guerra do editor.
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