Relatora já está com parecer da PEC da 2a. Instância concluído. CCJ já pode votar a proposta.

A deputada federal Caroline De Toni (PSL/SC), relatora da proposta, concluiu pela admissibilidade, na CCJ, da PEC da prisão em 2ª instância apresentada pelo deputado Alex Manente.

A PEC será votada terça-feira na CCJ da Câmara, segundo informou há pouco seu presidente, Felipe Francischini.

Esta tarde, o deputado Marcel Van Hatten disse que conversou com Rodrigo Maia e este garantiu que não impedirá a votação da PEC em plenário.

Na Câmara, as bancadas do Novo, Cidadania e Podemos, anunciaram oficialmente que obstruirão todas as votações daqui para  a frente, até que a PEC seja votada.

Deputados como Bibo Nunes, PSL do RS, e Jerônimo Goergen, PP do RS, também garantiram incorporação ao movimento de obstrução.

CLIQUE AQUI para examinar o relatório da deputada De Toni.

14 comentários:

Anônimo disse...

Ok, mas e o resto da "turma"

Anônimo disse...

Tarde demais. O Chefe Mor da Segundona já decidiu o que é melhor para a bandidagem. Soltar todos.

Anônimo disse...

É a corrida em busca do tempo perdido, depois da porta arrombada. Kkkkkkk...

Anônimo disse...

SAUDADES...
Bons Tempos aqueles em que as fileiras das FFAA eram compostas por Homens de Fibra, com sangue nas veias e nos olhos... Saudades de tempos que não voltam mais! POBRE BRASIL, ABANDONADO PAÍS!!!!!

Anônimo disse...

Esclarecendo.

Somente a Assembleia Constituinte tem força para alterar esse mandamento, de acordo com artigo 60 da mesma Carta Magna.

Portanto, essa história de que a prisão em segunda instância voltará ao tema não passa de ‘ouro de tolo’; não há clima político no Congresso Nacional nem base legal para violar a Constituição.




Anônimo disse...

ESPERARAM O STF DAR FIM A PRISÃO E AGORA QUEREM VOTAR? POR QUE NÃO VOTARAM ANTES DO STF? DEVE TER UM ACORDÃO NISSO. NÃO VAI DAR EM NADA.

Anônimo disse...

só pra ir engabelando novamente o povo.

Anônimo disse...

Mas, segundo a cãostituiçao cidadã de 88 e com citação de Lewandowisk, não prender vagabundos (999 instancias) é clausula pétrea.

Anônimo disse...

Caro Políbio
Vergonha do CN, que não fez o seu papel e agora corre atrás do tempo perdido. O povo não perdoará quem não cumpre com suas obrigações e é regiamente pago pra isto. Mesmo que aprove a prisão em 2ª instância sabe-se que a lei não retroage em prejuízo do réu. Assim, os que foram beneficiados pela decisão do Supremo continuarão soltos.
Esther

Selminha Rocha disse...

Só uma pergunta, por acaso depois de aprovada essa PEC, ela pode retroagir? Ou seja, os vagabundos ladrões poderão ser enjaulados novamente??? As hienas do stf estão comemorando a pior estupidez d todos os tempos, com as lagostas e champanhe caríssimas, tudo pago pela patuléia.

Anônimo disse...

De fato, anônimo das 17:25, parece que não há mais homens de pundonor em nossas FF.AA, por muito menos do que está acontecendo hj, fez-se a contra revolução de 64, hoje o golpe comunista está em andamento, mesmo com a eleição de Bolsonaro, e elas estão "dormido em berço esplêndido" e usando a "Mão amiga, ao invés do "Braço forte", o último baluarte contra o comunismo está inerte, Deus tenha piedade de nós. Quem viver verá. BRASIL ACIMA DE TUDO.

Anônimo disse...

Mais balinhas para enganar incautos?

Anônimo disse...

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.”
Frase de Rui Barbosa caindo como uma luva nesse Período das Trevas.

Anônimo disse...

GEOGRAFIA POLÍTICA: 

Sobre a teoria das panregiões de Haushofer, indique três grandes áreas supercontinentais:E) Euráfrica, Panrússia e Pan-América. 
* São quatro: Pan-Ásia (China, Coréia, Sudeste Asiático e Oceania), submetida ao Japão; Euráfrica (Europa, África e Oriente Médio), submetida à Alemanha; Panrússia (Rússia, Irã e Índia), submetida à URSS; Pan-América (todo o continente americano), submetida aos EUA. 

Após a Segunda Guerra Mundial, os EUA formularam três grandes diretrizes geoestratégicas. Uma dessas diretrizes geoestratégicas é: C) a estratégia do "engagement and enlargement", engendrada por Bill Clinton no início dos anos 90 e desenvolvida a partir do colapso geopolítico do Império soviético.

Sobre a Teoria de Heartland (Teoria do Poder Terrestre), elaborada por Mackinder em 1943, afirma-se que essa teoria: 
D) compreende a concorrência entre as grandes potências pela hegemonia mundial. 

As quatro fases da história das fronteiras brasileiras, conforme Backheuse: 
B) períodos colonial, anárquico, republicano e atual. 

No período da Segunda Guerra Mundial, a principal preocupação dos geopolíticos brasileiros diz respeito ao fato de a Geopolítica: 
D) estar prontamente associada à política germânica, o que fez com que os próprios membros das entidades a proibissem até mesmo em palestras. 

O principal objetivo para a criação da Escola Superior de Guerra foi: 
B) traçar uma política de segurança nacional. 

Para os teóricos Vesentini e Vlach, a "nova ordem mundial": B) constitui uma correlação de forças no plano internacional, ou seja, o equilíbrio mundial de poder entre os Estados nacionais. 

Dentre os principais acontecimentos que ocorreram a partir da ordem mundial bipolar entre os anos 1945 e 1991, são exemplos: 
II. Segunda grande crise do petróleo. III. Intervenção Soviética no Afeganistão. IV. Dissolução da URSS e fim da Guerra Fria. São corretos os acontecimentos: C) II, III e IV. 

Com a nova ordem mundial, o poderio militar teve sua importância diminuída (mas não anulada). Infere-se que: A) com a nova ordem mundial, a partir do fim do século XX, o econômico e tecnológico são poderes que passam a ter mais importância; assim, uma grande potência mundial busca geralmente ter boa capacidade de defesa com auxílio de tecnologia e, antes de mais nada, domínio do poder econômico. 

Sobre os benefícios retirados da classe média europeia com as crises geradas após o fim da Primeira Guerra Mundial, são exemplos: 
I. Emprego. II. Poder de compra. III. Acesso aos bens de consumo. Estão corretos: A) I, II e III.