Entenda esta nova operação da Lava Jato

A 59a. Operação da Lava Jato, o Quinto Ano, cuja informação o editor passou no início dest amanhã, atinge o ex-presidente de empresas do Grupo Estre, Wilson Quintella Filho, e o advogado e ex-executivo do grupo Mauro de Morais. Eles foram presos.A Receita Federal apurou, ainda conforme os procuradores, que a banca advocatícia recebeu, entre 2011 e 2013, cerca de R$ 22,3 milhões de empresas do Grupo Estre, sem que tenha prestado efetivamente qualquer serviço.

 As ordens de três prisões e 15 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridas em São Paulo e Araçatuba.

As investigações miram o pagamento de propinas pelo Grupo Estre em contratos de serviços na área ambiental, reabilitação de dutos e construção naval da Transpetro. Ao todo, são investigados 36 contratos que totalizaram, entre 2008 e 2017, mais de R$ 682 milhões, assim como pagamentos ilícitos superiores a R$ 22 milhões.

As investigações tiveram início a partir de declarações de Sérgio Machado, que é ex-presidente da Transpetro e foi indicado e mantido no cargo pelo então PMDB, que celebrou acordo de colaboração com o Ministério Público Federal (MPF).

3 comentários:

Anônimo disse...

Não só o editor, varios sites e blogs repassaram a informação. Nessa idade vc ainda tá nessa de se achar Políbio?

Anônimo disse...

MDB, partido de ladroes corruptos e prostitutas.

Quem apoia o MDB estimula a corrupção no Brasil. Quem é filiado ao MDB é cúmplice da quadrilha.

Anônimo disse...

Maioria dos envolvidos em corrupção são os indicados políticos CCs. Por isso que deveria acabar essa história de contratar CC na administração pública.

Constituição Federal:
Art 37 V - as funções de confiança, exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo, e os cargos em comissão, a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos, condições e percentuais mínimos previstos em lei, destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento;

"a serem preenchidos por servidores de carreira"

Está bem claro na constituição: "servidor de Carreira".

É mais um motivo para acabarem de vez com esses provimentos comissionados político partidários por pessoal que não é efetivo, nem de carreira.