Fiergs reafirma oposição ao ICMS mais alto no RS

A Fiergs voltou a se colocar contra a manutenção das alíquotas majoradas do ICMS, que expiram em 31 de dezembro.

"Este ICMS mais alto, já reduziu a competitividade da indústria gaúcha", disse o presidente da Fiergs, Gilberto Petry.

A entidade quer que o novo governo crie um grupo de trabalho, do qual façam parte as entidades empresariais, para oferecer alternativas que suprem as perdas decorrentes do recuo.

CLIQUE AQUI para ler a nota da Fiergs.

7 comentários:

Anônimo disse...

A falência do setor calçadista no estado, indica que este é o melhor caminho, parabéns a fiergs.

Anônimo disse...

Quem adorava IMPOSTO ALTÍSSIMO era o LULA, que uma vez questionado se QUARENTA POR CENTO de impostos não era muito alto ele disse que o imposto deveria SER MAIS ALTO, MUITO MAIS ALTO! Lula foi um SÓCIO CAPITALISTA que nunca entrou com capital nem riscos, só COLHEU, ou melhor, só ROUBOU TODAS! No comunismo sempre foi assim, e o resultado é uma COSSAÇÃO GERAL DE SACOS e a produção, ó, igual a de Cuba, que passados mais de sessenta anos não criaram indústria alguma e plantar não plantam bosta nenhuma, NEM PARA COMER!!!!

Gilmar disse...

o GRINGO esta certo. Só o GRINGO pode aumentar aliquotas de ICMS.

Anônimo disse...

Isso é miopia ou o velho novo jeito de governar? Reduzam as aliquotas para valores competitvos, atraiam novos investimentos e depois de um ano reavaliem! babacas.

Anônimo disse...

Quando os aumentos são federais a FIERGS nem pia. Daqui a pouco os funcionários do executivo(diga-se brigadianos e polícia civil) vão parar de vez. E aí não adianta ficar choramingando, pedindo segurança. A manutenção das alíquotas em 18%, assim como ocorre em SP, é necessária, apesar de amarga.

Anônimo disse...

Quanto mais alto os impostos, menor é a competitividade. Sartóri aumentou, sacrificou o trabalhador e não deu em nada. O Estado continua falido, o povo miserável e desempregado.

Anônimo disse...

Todos somos oposição a aumentos de impostos. Quem os paga é o trabalhador que é o que menos ganha nessa cadeia. Pensei que Eduardo Leite faria diferente, mas pelo que vejo segue o mesmo caminho do Sartóri. Não houve investimento no Estado e continua quebrado.