Artigo, Astor Wartchow - O plebiscito e o referendo

- O autor é advogado, RS.

A se confirmar o que as pesquisas eleitorais têm identificado até o momento, o segundo turno da eleição presidencial será entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).
      
Infelizmente, vença quem vencer, não haverá expectativa de reinar a mínima paz política, necessária para que ocorra um governo razoável e estável, capaz de enfrentar os graves problemas atuais e vindouros.
      
Com certeza, encerrada a eleição e apontado o vencedor, o perdedor não aceitará a derrota. E no dia seguinte prosseguiremos na mesma ladainha.

CLIQUE AQUI para ler tudo.

10 comentários:

Anônimo disse...

https://mobile.twitter.com/FNXConservadora/status/1044838505208315904
Documento da folha foi falsificado.

Anônimo disse...

https://mobile.twitter.com/FNXConservadora?p=s
Folha falsificou o documento do Itamaraty.
Vai dar m.

Emmanuel Carlos disse...

Não temos a menor expectativa de paz! Ao contrário, bem sabemos que se existem grupos dispostos a matar opositores - em praça pública, aliás, como vimos recentemente - é certo que praticarão violências maiores contra a população civil.
A necessidade em eleger o candidato melhor posicionado dá-se em razão de que, sem isso, nas mãos dos que até hoje espoliaram a nação, será colocado não apenas um cheque em branco, mas também um salvo conduto para matar e roubar impunemente.
Bem por isso, ao contrário do que sustenta o senhor Wartchow, não é seguro, sequer, deixar a fatura para o segundo turno: é preciso que a nação mostre a correção de rumo agora, para garantir, ao menos, poder o povo se defender da ira dos bandoleiros ... e ela virá!

Mordaz disse...

Não é a eleição que está dividida. É o próprio povo que está irreconciliável. Possuem valores muito opostos. Metade se lixa para a ética e a roubalheira.

Chico Valente disse...

O Brasil está doente!
É uma doença Moral. É uma doença nos valores da Nação. É uma doença na Alma do Brasil. É uma doença favorável à destruição. É uma doença que tornará nossas crianças em pessoas zumbis.
E quem a promove? Quem inoculou o veneno da serpente?
De fato é um plebiscito. Uma votação entre a opção de voltar para o Caminho da Luz ou cair no abismo das trevas.
Temos uma oportunidade. Agora há a possibilidade de opção.
Nova janela não será aberta antes de 20 anos, pois até lá quem aparecer para contestar será alvo de um bispo da vida.
Será bem como o diabo gosta?
Depende de nós

Anônimo disse...

Ladainha só continua tendo LEI FAVORÁVEL aos crimes, aos bandidos! Basta dar apenas"alguns toques certeiros", algumas "pequenas alterações" nas leis favoráveis existentes que bate um desânimo geral na quadrilha, afinal, trata-se apenas de bandidos e não de burros! E quem não "desanimar" vai pagar um "precinho" bem diferente, bem mais salgado do que a barbada de agora criada pelo PT-partido-quadrilha para proteger e incentivar criminosos!

Anônimo disse...

Sabias palavras que copiei e colo aqui do artigo acima:" O capitão Bolsonaro, é notória e assumidamente autoritário, cultuando e disseminando idéias e práticas de alto risco e socialmente desagregadoras. Exemplos destas características e abusos não faltam.
O outro, o agora ajudante de ordens Haddad, é porta-voz de um preso e partido que menosprezam as leis e as autoridades. É o que demonstra sua inconformidade com decisões policiais e judiciais anticorrupção que atingiram seus líderes partidários, alguns já condenados, e, especialmente, o ex-presidente, aliás, também condenado em um processo e réu em outros cinco.
Em comum, os dois candidatos (e o que representam) não aprenderam nada com os fatos nacionais, nem com a história mundial, além de reafirmarem a idéia de que os fins justificam os meios.
Então, iludido e contaminado pelas circunstâncias negativas de ambos, verso e reverso da mesma moeda, resulta que o povo votará de modo plebiscitário quanto a um ou outro candidato. Mas, conseqüentemente, referendará a indiferença ética e a hipocrisia social!

Ivan Vilis disse...

Astor, necessário entender o momento que nós brasileiros vivemos. Estamos numa encruzilhada.
Se os comunistas forem eleitos estaremos mergulhando em um abismo de trevas, haverá muito choro e muito ranger de dentes. Passaremos a ser governados pelo Moderno Príncipe, impessoal, anônimo, que não aceita concorrência, oposição ou idéas contrárias, mandando eliminar tanto moral quanto fisicamente qualquer opositor (já há abundância de exemplos).
Se o Brasil perder a oportunidade deste ano, a próxima janela só levemente se abrirá em não menos de vinte anos, devido a tolerância de alguma leve dissidência interna do sistema ditatorial.
Isso se a guerra civil não grassar antes.
Os erros de dominação que cometeram na Rússia e na China foram estudados para que aqui não aconteçam.
Enquanto boa parte do mundo apresenta prosperidade, nós aqui estamos ostentado notável grau de mediocridade.
Nossos descendentes nos perguntarão (se ainda estivermos vivos) o que fizemos para mudar o rumo do nosso país, da nossa nação enquanto podíamos.
Não nos deixemos enganar. A propaganda mentirosa que tentam nos incutir gera incertezas.
As trevas querem nos lançar no vale da morte e cabe a nós, a cada brasileiro lutar na busca da Luz, enquanto há tempo!
Aquele que as trevas chamam de ditador é a nossa esperança.
A escolha é nossa. Após o suicídio não há volta.

maba disse...

Concordo com o autor.

Anônimo disse...

Excelente o seu texto. Comparo o "Moderno Príncipe", citado por você, ao anticristo bíblico, aqui representado por um grupo político-ideológico numeroso e inescrupuloso, que age sem limites legais e morais e que não terá complacência ou piedade contra os resistentes ao seu poder opressor. Precisamos agora, mais do que nunca, nos unir e honrar a nossa Bandeira,o nosso idioma, as nossas tradições e valores, as nossas leis, a nossa moeda, a nossa nação. Só temos até o próximo mês de outubro para isso, nas eleições. Que Deus nos ajude. 🇧🇷