José Vellinho, ex-prefeito de Canela, PDT, não foi preso, mas teve até a casa vasculhada pela Polícia

O presidente da Fundação Estadual de produção e Pesquisas em Saúde, Fepps, José Vellinho Pinto, PDT, só não foi preso ontem porque o juiz do caso não aceitou o pedido de prisão protocolado pela Polícia Civil do RS.

. Ele está de férias. Por decisão do Partido, o PDT, já deveria ter saído do governo.

. José Vellinho Pinto é ex-prefeito de Canela.

. Como ele, também o secretário Adjunto da secretaria de Obras, Germano Della Valentina, escaparam da prisão, mas passaram pela humilhação de terem seus escritórios e residência vasculhados pela Polícia.

3 comentários:

Anônimo disse...

A polícia possuindo um mandado de busca e apreensão, assinado pela autoridade judiciária, tem que simplesmente apresentar o mandado, e quem achar ruim vai reclamar para o juiz que autorizou.Onde tem nornas regras não tem bom senso.Cumpra-se.

Luiz Vargas disse...

Mais uma vez o peremPTório embu$teiro prevaricador lança mão do mesmo "modus operandi" anteriormente utilizado na operação Rodin: "eles que provem que não são culpados".
O embu$te prevaricador está seguindo "ipsis literis" a cartilha não escrita de seu ídolo, o sanguinário Josef Stálin.
A sede de poder e a ambição desmedida fazem oPorTunistas jogarem no lixo os princípios, o caráter, a honra e o bom senso.

Anônimo disse...



http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,3521044,159,18128,impressa.html

11/10/2011 | N° 11188
CONTAS PÚBLICAS
Atrás da devolução do dinheiro para a sociedade
Ministério Público faz esforço para recuperar débitos causados por gestores

Porto Alegre – De 1995 a setembro de 2011, o TCE emitiu 4.526 certidões de débito, títulos expedidos depois de esgotadas as possibilidades de defesa no âmbito da Corte. Boa parte dessas decisões, porém, costuma ficar em aberto sem que os órgãos lesados dediquem muito esforço para buscar o dinheiro.

Apesar de o TCE gaúcho ser considerado um exemplo no país no acompanhamento dos títulos que emite, apenas 8,97% das certidões de débito do período foram pagas integralmente. Se considerados os valores de emissão, sem correção monetária, em média R$ 1 milhão dessas dívidas foi devolvido ao ano para prefeituras, câmaras e órgãos municipais e estaduais lesados por seus gestores.

Para fechar o cerco aos devedores e reforçar as decisões do TCE, promotores de 138 comarcas entraram em ação. Em novembro do ano passado, apoiado em um novo entendimento do Superior Tribunal de Justiça, o Centro de Apoio Civil e de Defesa do Patrimônio Público do Ministério Público (MP) Estadual passou a distribuir às promotorias a cobrança dos débitos.

Nos últimos 11 meses, 205 títulos, que totalizam R$ 6.207.600,85, passaram a ser monitorados pelo MP.

Na Serra, o promotor Adrio Gellati monitora 27 certidões, no valor total de R$ 1,4 milhão. Desse montante, R$ 17,2 mil foram quitados e R$ 44,1 mil estão sendo parcelados.

– Aqueles gestores que não adotarem as medidas cabíveis serão responsabilizados por omissão. Estamos com alguns casos quase recebendo cartão vermelho – afirma o promotor.

O maior débito monitorado por Gelatti é atribuído ao ex-prefeito de Canela José Vellinho Pinto (PDT), R$ 818,4 mil. A dívida está em execução judicial.

– Não considero que tenha algum débito. Minha defesa irá desconstituí-los judicialmente – diz Vellinho, que hoje preside a Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (Fepps).

vivian.eichler@zerohora.com.br