O autor é gaúcho, cientista político e colunista do Estadão.
"Foi a vitória da baixa política", leio em um artigo, sobre a rejeição de Messias, para o STF. Achei curioso. Quem sabe a "alta política" teria sido repetir a crônica de 130 anos de "carimbos", por parte do Senado, às indicações para o Supremo, vindas do executivo. Em outra notícia, leio que um grupo de "juristas" cogitava recorrer ao Supremo por "desvio de finalidade". Achei graça, naquilo, mas me pareceu plausível.
(....)
A rejeição da indicação de Messias traz uma novidade em nossa história republicana: o Legislativo pode decidir com autonomia, na contramão do Executivo. Pode resistir ao peso da liberação de emendas e das posições no governo. Não há grande virtude, nisso. Há apenas instituições cumprindo o seu papel. Exercendo poder, funcionando dentro da regra.
CLIQUE AQUI para ler mais.

Nenhum comentário:
Postar um comentário