O presidente nomeado Lula da Silva e a cabresteada direção nacional do PT, dificilmente dobrarão a espinha dos líderes gaúchos do PT, obrigando-os a apoiar a candidatura de Juliana Brizola ao Piratini.
Nem mesmo parece ser garantida a violenta e humilhante intervenção no diretório estadual do RS.
No link a seguir, o leitor poderá acompanhaar discurso feito pelo ex-prefeito Raul Pont e verificar que o PT gaúcho não perdoa o PDT por integrar o governo Eduardo Leite. No discurso, Pont chama Juliana de "privativista" e "neoliberal" e rejeita qualquer intervenção nacional. Em tom parecido, Olívio Dutra e Tarso Genro produziram discursos também belicosos.
As manifestações foram todas feitas diante do candidato Edegar Pretto, que a tudo aplaudiu.
O PT do RS sempre manteve muito mais integridade ética do que o PT nacional e do que Lula, tanto que seus principais líderes nunca foram denunciados em qualquer dos grandes escândalos ocorridos nos casos do Mensalão, da Lava Jato e, agora, do INSS e do Banco Master.
CLIQUE AQUI para ouvir o irado discurso de Raul Pont.
6 comentários:
KKKKKK!! Que se expludam!
PCCh é neoliberal agora?
KKKKKK
São uns ridículos !
Enquanto os "autênticos" tarsos, olivios e cia acham que estão militando por aqueles dogmas esquerdistas que só enganavam os trouxas, como eles próprios, os lulEs vão trabalhando para manter o negócio ( e que negócio !) funcionando e faturando alto!
Como é fácil enrolar a militância !
TodEs fazendo o L
😂😂😂😂😂😂
Todos são satélites do PT,até o PDT e agora ficam de rusguinhas. É muita hipocrisia. PSOL disse que está fora. Tudo da boca pra fora como sempre. No fim se juntam e se abraçam e lambem os pés do cachaceiro. Tá louco. Que podridão
Então a solução é o partido no Rio Grande do Sul acionar o código de ética e propor medidas :
“CAPÍTULO I
DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
Art. 1º
. A conduta de todos os filiados ao Partido dos Trabalhadores, independentemente das
funções partidárias que exerçam, será disciplinada pelo Estatuto, por este Código e pelas resoluções
das instâncias partidárias competentes.
Parágrafo único. O exercício da militância ou da direção partidária em qualquer instância, de
mandatos parlamentares, a contratação ou a realização de função pública, de qualquer natureza,
junto a órgãos públicos de quaisquer dos Poderes, a autarquias, a empresas e a fundações estatais, a
quaisquer pessoas controladas direta ou indiretamente pelo Poder Público, a atuação junto a centrais
sindicais, sindicatos, movimentos sociais e organizações não governamentais, ♦️e ainda a prática, na
vida privada, de condutas contrárias aos princípios e valores humanos defendidos pelo Partido,
estarão sujeitos às disposições deste Código”.♦️
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https://pt.org.br/wp-content/uploads/2014/03/codigodeetica.pdf
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