Artigo, Xico Graziano, Poder360 - Não envenenamos o prato de ninguém. Nem aqui, nem no Japão

Detratores do agro reduzem os agricultores a assassinos contumazes. Agridem sem dó a agronomia nacional.

O local e o momento eram oportunos. Estava a ministra Tereza Cristina abrindo a campanha em defesa dos produtos orgânicos, promovida pelo Ministério da Agricultura. Dali, tacou seu desabafo:

“Considero um desserviço ao país, uma ação de lesa-pátria a campanha de desinformação contra a qualidade dos nossos alimentos. Nossos concorrentes agradecem.”

Novamente, agrotóxicos eram o assunto. O controverso tema é recorrente na mídia nacional. Postagens na rede contra os agrotóxicos vendem o inferno à opinião pública.

Detratores do agro reduzem os agricultores a assassinos contumazes. Agridem sem dó a agronomia nacional.

O que é fake, e o que é fato, nesse assunto dos agrotóxicos? Vamos analisar três questões:

Sobre resíduos de agrotóxicos nos alimentos.

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11 comentários:

Joel Robinson disse...

Fala sério.

Anônimo disse...

e ainda tem os ataques à indústria de alimentos, que gasta fortunas com segurança alimentar e com modernos processos de controle de qualidade...

mês passado, na Holanda, o governo descobriu que os produtinhos orgânicos vendidos para consumidor descolado que se influencia por youtubers que não entendem picas de nutrição ou engenharia de alimentos, NAO OBEDECIAM AS NORMAS ESTABELECIDAS PARA SEREM CLASSIFICADOS NESSA CATEGORIA...

trocando em miúdos, não eram orgânicos coisa nenhuma...

e o mercado orgânico se revela impraticável em larga escala pela pura impossibilidade logística de se abastecer os supermercados com produtos sem conservantes diariamente...

trocando em miúdos de novo, iria faltar comida...

e se tudo fosse orgânico e não levasse agrotóxico, uma simples praga que colocasse alguma lavoura em risco poderia levar rapidamente à uma ampla crise de desabastecimento, porque não haveria estoque suficiente...

Anônimo disse...

Isto sem contar que na Anvisa demora muito tempo para aprovar qualquer defensivo. Vejam o caso do besouro no eucaliptos,levou mais de 3 anos para liberar o inseticida próprio e até lá foram usados insenticidas muito potentes para combater uma praga que gerou mais de 4 bi de prejuízo. Esta praga já tinha sido erradicada na Austrália e estava sendo pedido o mesmo inseticida que foi usado lá.

Anônimo disse...

Não envenenam.Matam mesmo.

Unknown disse...

Devo concordar com as afirmações do artigo, mas discordar daquilo que o artigo não tratou: meio ambiente.
Não, não sou um nazi-ambientalista.
A recente mortandade de abelhas no norte do Rio Grande do Sul, comprovadamente por ação de pesticidas aplicados à lavoura de soja, serve de exemplo.
Sim, talvez a Ministra esteja corretíssima quando afirma que não envenenamos o prato de ninguem, mas o mesmo não se pode dizer quanto à Flora e Fauna 'vizinha' às lavouras.

Anônimo disse...

Passo longe de orgânicos no supermercado. Produtos de má qualidade e pelo dobro do preço.

Anônimo disse...

Depois da direitalha defender a volta da escravidão com a reforma trabalhista e o fim da aposentadoria com a da previdência, chegaram mais longe ainda e defendem o envenenamento!!!

Anônimo disse...

Os comunistas gaudérios são tão preocupados com defensivos agricolas que nem plantam nada para não terem problemas. Aprenderam estas práticas naturais e ecológicas com os cubanos que preferem comer capim puro do que usar alimentos contaminados e nem se queixam, estão sempre de barrigas cheias. Cubano em pastagem boa o estrago é maior do que largar burro em azevem!

Anônimo disse...

Começando pela tua mãe.

Jeea disse...

Excelente artigo, o alarmismo de uma categoria de "ambientalistas" que andam a procura de um nocho de negócios de pessoas assustadas, leva ao pânico muitos inocentes que desconhecem o processo. É lógico que em alguns casos pode causar danos, mas esses é oriudo do uso sem cuidado e irresponsável, de pessoas que não fazem treinamentos e não se atualizam.

Anônimo disse...

O alto índice de crianças com altismo nos EUA é muito preocupante. Estimam que a partir de 2025 suba para 50% dos nascidos e estão atribuindo aos agrotóxicos.