Tribunal de Justiça do RS diz a Sartori que quer discutir criação do IPE Prev

O presidente do Tribunal de Justiça do RS, Luiz Difini, pediu ontem que o governador Sartori retire o pedido de urgência para a votação dos projetos que reestruturam o Instituto de Previdência do Estado, o IPE.

Um dos projetos cria o IPE Prev,alterando o regime próprio de previdência social.

O TJRS disse que não foi consultado e quer mais conversa, mas apoia mudanças na previdência estatal estadual.

7 comentários:

Anônimo disse...

O Judiciário é insaciável...

Anônimo disse...

Nada mais justo: afinal o Executivo só pode e deve fazer o que o lider sindical do órgão judiciário entende deva ser feito e ser programa de governo. Afinal quem tem legitimidade de governo provindo das urnas é o Judiciário, super-poder que não consegue ultrapassar o silogismo("logo...o teto constitucional não é o teto, teto é o que eu, a minha consciência - e o meu umbigo - dizem que é o teto, e já integra o meu $$$ patrimônio.") e usurpa o dinheiro do brigadiano e dos professores para financiar o embelezamento dos jardins da burguesia judicante regado pelo auxílio-moradia, às vezes recebido em dobro (para o próprio e para a sua mulher),por uma questão de "isonomia". E ainda fala em "isonomia dos poderes". Agora ele vai democraticamente, como líder sindical material (como já fez), para o plenário da Assembléia cabalar, constranger deputados a votar contra o projeto(aí pode!).Queria ver se a "isonomia" seria cabível e os deputados serem admitidos no interior do plenário do TJ nos julgamentos do seu interesse cabalar os votos dos desembargadores. (aí não pode!). "AEQUALITAS" é o princípio da isonomia.

Anônimo disse...

MAS SÓ DEPOIS DO FERIADÃO. FDPs.

Anônimo disse...

Isso eles querem negociar, serem ouvidos, mas ajudar o Governo cortando mordomias, ccs, auxilio moradia, auxilio escola do filhos, auxílio paletó e outros penduricalhos não, aí não tem diálogo.

Anônimo disse...

Uns snippers espalhados pelo país colocaria as coisas em ordem

Anônimo disse...

Se informa melhor, o judiciário gaúcho não fez feriadão. Aliás como nunca faz!

Anônimo disse...

Ah! Não fez feriadão?! Deve receber logicamente,então, auxílio-feriadão. Nada mais justo. Acho que o Sartori deveria entregar as chaves do Piratini para o líder sindical do judiciário. Afinal a teoria do Montesquieu recebeu uma raiz quadrada e, aqui no Rio Grande, ela está reduzida a um poder. Poder pré-republicano, imperial, desumano, sem sensibilidade social e sem solidariedade coletiva. Manda o Tulio explicar como se aplicou a raiz quadrada jurisprudencial na teoria dos 3 poderes = 1 poder. Teremos uma comunicação de hermenêutica inexcedível, impenetrável, inconfundível, inamovível, ininteligível, incomunicável. Eterna. Entrega as chaves Sartori, que as soluções melhores, maiores, mais acertadas virão. Amanhã terá o dinheiro no caixa.