Microentrevista, Ubiratan Sanderson - Currículos da educação básica precisam incluir conteúdos contra feminicídio

O deputado federal Ubiratan Sanderson, PL do RS, é pré-candidato ao Senado.

Qual a razão desse seu projeto de lei que propõe tornar obrigatória a inclusão de conteúdos voltados ao combate à violência contra as mulheres nos currículos da educação básica em todo o país ?
É o caso do aumento dos índices de violência contra mulheres no Brasil, incluindo casos de feminicídio. Medidas apenas punitivas não têm sido suficientes para conter o problema, porque ele tem causas estruturais de caráter cultural e precisam ser removidas também pela educação continuada.

E então ?
A educação desempenha papel fundamental na transformação cultural necessária para enfrentar a violência contra as mulheres. A proposta busca atuar de forma preventiva, promovendo mudanças de comportamento e contribuindo para a construção de uma sociedade consciente.

8 comentários:

Anônimo disse...

Contra feminicidios é prisão perpétua e pena de morte,este é o único remédio, cura bem rápido e não tem efeitos colaterais

Anônimo disse...

Sanderson, acabou de perder meu voto para senador, pois com essa conversa revelou-se ser da falsa direita.

Anônimo disse...

Porra, meu! Em primeiro lugar defenda os do TEU gênero se quiser nosso voto! De feministos míopes estamos cheios.

aparecido disse...

quem e mais ordinário..o senado ou este pilantra....

Luiz Vargas disse...

Putz! Um candidato feministo!
Terei que repensar meu segundo voto.
Antes de fazer um juízo de valor esse cidadão deveria de buscar informações concretas e fidedignas e não informações passadas por ONGs fajutas abarrotadas de feministas histéricas e mal amadas, onde até morte natural, morte de mulher por companheira e morte por atropelamento entram em suas estatísticas enjambradas. Devia buscar informações como: camadas social onde este tipo de homicídio ocorre, grau de instrução dos envolvidos, estatísticas reais e verdadeiras de homicídios cometidos por homens contra mulheres e de mulheres contra homens, número de medidas protetivas concedidas com base na lei maria da penha x número de homicídios e tentativas cometidos por mulheres contra homens.
O surreal já ultrapassou às raias do absurdo e hoje só por ser homem somos considerados homicidas, ops, digo, feminicidas.
Há um caso recente de um deputado feministo chamado Fernando Marangone, do partido União/SP , que como bom feministo comemorou a aprovação de uma lei misândrica e alguns dias após foi agredido por sua mulher, tomou uma medida protetiva, foi proibido de se aproximar de sua residência. Esse feministo deu um tiro no próprio pé.
Por que a mesma lei que serve para acusar, afastar dos filhos e condenar homens muitas vezes inocentes não serve também para o lado contrário?
A palavra das empoderadas seres de luz tem fé pública e são praticamente inimputáveis. Parece que as leis estão sendo aplicadas de forma assimétrica e a balança da justiça pende para um lado só.
Parece que o artigo quinto da Constituição virou letra morta: "todos são iguais perante a lei, sem distinção, garantindo a brasileiros e estrangeiros residentes a inviolabilidade do direito à vida, liberdade, igualdade, segurança e propriedade.

Anônimo disse...

Você vai votar no Pimenta e na Manuela, Jumentinho ! Acha que engana alguém por aqui ? Kkkkkkkkkk

Anônimo disse...

Caguei.

Anônimo disse...

O deputado devia tomar umas aulas com Ana Campagnolo que entende muito de Feminismo e dos seus nefastos efietos. Mas a nossa "Direita" (?) não gosta muito de estudar.

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