A John Deere, maior fabricante brasileira de colheitadeiras agrícolas, decidiu conceder férias para seus 1.200 trabalhadores da unidade de Horizontina, RS, a partir do dia 12 de março e até abril.
A paralisação não atinge as fábricas de Catalão e Montenegro.
Além das férias compulsórias, entre 1o de abril e 231 de maio 800 trabalhadores da unidade de produção propriamente dita entrarão em regime de layoff, ou seja, de suspensão temporária dos contratos de trabalho.
As medidas extremas devem-se à retração severa das vendas.
A John Deere alega que tem 300 máquinas em estoque e está produzindo apenas 4 por dia, ao contrário das 14 de situações normais.
Caso o cenário do mercado não se altere até o final de maio, novo layoff de 60 dias será aplicado.
6 comentários:
o estado vai bem....a empresa e os trabalhadores privados vão muito mal...
fora do mundo da máquina estatal e do reino do funcionalismo publico, onde o dinheiro pinga na conta faça chuva ou faça sol, as coisas estão bem dificeis
Isso aí demonstra claramente que a BRAZUELA entrou em recessão profunda. A bolsa, celebrada pela ESQUERDALHA VERMELHA, é fraude, pois não tem a mínima consonância com economia real. É tipo o IBGE.
Dólar barato reduz exportações, acelera importações e amplia o déficit da balança na indústria brasileira
Quero
Mais que
Exploda.
Quanto antes pararmos de sustentar a corja melhor.
Hang, dono da Havan, dizia antes da eleição que se Lula vencesse, sairia do Brasil e não investiria mais. O Brasil seria inviável.
Nunca ganhou dinheiro como agora, nunca investiu tanto como agora.
Acabou de anunciar mais 15 mega lojas com investimento milionário.
Vai até patrocinar a copa do mundo na Globo.
E agora, falar o quê?
Postar um comentário