Justiça gaúcha proíbe que governo corte o ponto de servidor que não for trabalhar

O Tribunal de Justiça acatou pedido de liminar em Mandado de Segurança protocolado pela Federação Sindical dos Servidores Públicos do Rio Grande do Sul (Fessergs) e proibiu o corte de ponto de servidores filiados à entidade que não forem trabalhar por falta de dinheiro, em função do parcelamento de salário. A decisão é do desembargador Vicente Barroco de Vasconcellos, da 15ª Câmara Cível do TJ.


A decisão terá que ser cumprida sempre que houver atraso ou parcelamento – o que já ocorreu 21 vezes na atual gestão.

24 comentários:

Unknown disse...

Enfim, agora os trabalhadores que não trabalham estão liberados!!!
Como ficam os que pagam por serviços públicos não entregues???

Anônimo disse...

Então não precisa pagar os salários?

Anônimo disse...

Perfeito, se o funcionário não recebeu não pode ser obrigado a ir trabalhar!

Oswald disse...

Bravo!. Nada segura o Brasil rumo ao primeiro mundo.

Anônimo disse...

Acho ótima a decisão. Com funcionários públicos se recusando a trabalhar por conta do parcelamento dos salários a população terá a prova cabal de que funcionários públicos não fazem a menor diferença no funcionamento da sociedade, apenas sugam recursos.

Anônimo disse...

O servidor não recebe o salário e ainda querem que arrume dinheiro pra ir trabalhar?

O editor e sua tropa de fanáticos são anti-funcionários-públicos. Podem ser riquinhos que não precisam de nada. Mas não se esqueçam que boa parte da população precisa do funcionalismo público, a começar pela segurança.

Anônimo disse...

Ótimo. Tenho uma vizinha que é professora e tem uma filha com epilepsia, não tinha dinheiro nem prós remédios, emprestei até luz pra não ficarem no escuro com uma criança de cinco anos. Agora pelo menos ela pode ficar com a criança.

Anônimo disse...

Sempre existe o risco de um juiz ou desembargador quebrar o País. Tá aí um grande exemplo. Palhaçada. Agora não precisa mais trabalhar para receber. E os funcionários públicos ainda tem a coragem de dizer que não tem regalias. Vão trabalhar na iniciativa privada pra ver se eles vão poder faltar o serviço.

Anônimo disse...

Aos idiotas de plantão. .sou funcionário público, sempre cumprir rigorosamente meus horários, gosto do meu trabalho

....mas estou realmente com dificuldades...
Vamos entender a situação de quem realmente necessita

Anônimo disse...

Nada a ver com ser "riquinho" babaca. Sinceramente tu acha justo o cara não ir trabalhar e não ter o ponto descontado? Se nao da pra descontar o ponto que seja demitido/exonerado por justa causa. Não podemos entrar nessa bagunça de que se o salário é parcelado não precisa ir trabalhar.

Anônimo disse...

Não há o menor risco do Brasil dar certo.

Anônimo disse...

É fácil , é só decreta o estado de falência, nem o MP receberá.

Anônimo disse...

A policia é militar. Tirando uns poucos pelegos a tropa estara na rua, pois sabe de seu dever. Claro que nao seria assim se a esquerda tivesse tido sucesso em seu intento de desmilitarizar a policia.

Unknown disse...

Os funcionários públicos desloca-se entre instituições usando seus próprios veículos ou, em sua maioria, transporte público. O governador parcelou pela vigésima primeira vez os salários, fazendo com que funcionários que já ganham pouco paguem juros por atrasos em suas contas. Isso, a longo prazo, criou um endividamento enorme. Boa parcela dos funcionários teve que recorrer a empréstimos e piorou a própria situação. Desafio a esses críticos do funcionalismo público que se desloque por 13 dias com 350 reais e ainda pague água, luz, aluguel e comida. E que, junto com o resto do pagamento, atrasado e sem juros, receba a notícia de que no final do próximo mês não receberão nada. É muito fácil criticar os servidores da educação, saúde e segurança, quando se tem esses serviços. Experimentem pagar segurança privada, escola particular e planos de saúde integrais e privados. Certamente o valor será maior do que o imposto pago todo mês.

Sou professor estadual com muito orgulho. Não estamos lutando só pelo fim do parcelamento. Estamos lutando para que o governador mostre as reais contas do Estado é explique porque não cobra os grandes devedores de impostos, nem cobra do governo federal os bilhões que tem a receber da lei Kandir.

Anônimo disse...

E o Homeschooling? A tutela do estado está insuportável.

Anônimo disse...

O governo, além de cortar o ponto, deveria cortar o saco de grande parte do funcionalismo público

Anônimo disse...

ba bacana das 10:41..vc acha certo trabalhar e não receber? Fiz concurso público para atender a sociedade. ..achas que devo trabalhar de graça?

Anônimo disse...

Se pagar ninguém falta!!

Anônimo disse...

Parabéns! !!!!ótima resposta para estes puxador de saco do sartori

Anônimo disse...

Pergunto ao anônimo das 14:41?
Existemas péssimos profissionais em qualquer área. Não generalise.
Você trabalharia sem receber o seu salário?
Existem péssimos médicos. ..etc

Anônimo disse...

O IVO Sartori deveria fazer o mesmo que o antecessor, negociar com o funcionalismo públicos aumentos reais até 2022 e aproveitar em ano de eleição, contratar milhares de pessoas para diminuir o índice de desemprego, quem vai pagar? É só colocar uma plaquinha em seu gabinete "Devo não nego, pago quando puder".Como dizia meus avós, vc acha que temos um burrico que caga dinheiro?Ou vc pensa que dinheiro dá em árvore?

Anônimo disse...

Enquanto houver judiciário e assembleia contra Sartori,pouco poderá fazer.
São as verdadeiras Vanguardas do Atraso do RS.

Anônimo disse...

Tenho economias pra poder me sustentar. No entanto, é preciso entender que há servidores que não tem. Ninguém trabalha de graça, nem na iniciativa privada ou em qualquer lugar. A decisão da justiça é no mínimo decente. Os idiotas que criticam, na próxima vez, chamem o Batman, no lugar da polícia. Afinal, se já está ruim com os péssimos salários que são pagos no Estado, imagina ainda receber parcelado.

Anônimo disse...

Nao trabalham nao recebem bão fazem falta alguma