Brasil comprou mais de US$ 20 bilhões de petróleo no ano passado

Ainda ecoam no governo as bravatas do ex-presidente Lula, mãos sujas de óleo, anunciando a sonhada conquista da auto-suficiência do petróleo. O factoide foi novamente desmascarado e de maneira contundente esta semana, quando resultaram abertas as contas da balança comercial de 2013, a de pior resultado desde 1993, quando elas começaram a ser tabuladas.

. No ano passado, o Brasil fechou com superávit raquítico de US$ 2,56 bilhões, ainda assim porque "exportações" de mentirinha de plataformas de petróleo somaram US$ 7,7 bilhões.

. A pior conta foi a de petróleo e derivados:

- O déficit registrado na balança comercial entre a compra e venda de petróleo e derivados chegou a US$ 20,2 bilhões - quase quatro vezes maior do que o déficit de 2012.

. Ou seja, o Brasil gastou mais do que US$ 20 bilhões com a importação de petróleo.

. A prometida auto-suficiência foi jogada para as calendas gregas, para o dia em que o petróleo estiver jorrando a pleno no Pré-Sal.

CLIQUE AQUI para ler a notícia com o anúncio da auto-suficiência para 2005.

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13 comentários:

Cesar disse...

Uma definição exata para o PT: O TAMBOR FAZ MUITO BARULHO, MAS É VAZIO POR DENTRO! Barão de Itararé.

Anônimo disse...

Sujou literalmente a mão.

Anônimo disse...

Políbio,

O que pode NUNCA acontecer!!

JulioK

Anônimo disse...

Vamos privatiizar essa porcaria de uma vez.petrobras eh um lixo de cia que so serve pra dar empregos e cc'S pra petralhas.

Nao tem pre sal que vai salvar essa petr4 de ir pro vinagre.

Justiniano disse...

Não se pode enganar todos ao mesmo tempo, um dia a mentira/farsa vem a tona. "O tempo é o senhor da razão"!

Anônimo disse...

Esse partido é o mais corrupto e mentiroso de todos os outros. Nunca na história destepaiz tivemos um partido tão corrupto qto esse.

Anônimo disse...

Não é só petróleo que o Brasil está comprando, Etanol também.

Anônimo disse...

A atitude de 9Dedos é plenamente honesta, ele mostra suas mãos como elas são, sujas!

Anônimo disse...

Estatais servem apenas para o bem de seus funcionários e dos cc's do partido de plantão !
O Brasil avançaria muitos anos se conseguisse se livrar dessas pragas, agora, vai entender o povinho que defende o "patrimônio dos brasileiros" ?

Anônimo disse...

Vocês tem que entender a jogada. É a mesma das plataformas exportadas para o exterior, sendo o exterior aqui mesmo.

É simples de entender. O dinheiro destas exportações é usado para importação do nosso petróleo.

Sabe, é o aluguel que pagamos pra nos mesmos.

Mas, o mais importante, tudo está muito bem contabilizado pelo Arno em Kaymann.

Temos aqui os grandes gênios, desde os tempos do Getulio.

Não fosse o boicote praticado pela China nosso satélite estaria agora rodando o mundo.

É né Carlos Sgarbi? Agora não tem como mentir.


Anônimo disse...

Do Ártico ?

Anônimo disse...

sábado, 4 de janeiro de 2014




Indústria em crise, outra conquista do governo Dilma.






O jornalista Rolf Kuntz afirma que, por trás da maquiagem promovida pelo governo, o que temos é "a crise real da indústria". Não fosse o odiado agronegócio, já estaríamos no buraco há muito tempo:

O pior saldo comercial em 13 anos - o pitoresco e discutível superávit de US$ 2,56 bilhões - está longe de ser um desastre isolado. Os números da balança retratam com precisão a crise brasileira: uma indústria com enorme dificuldade para competir, o descompasso entre consumo e produção, a política econômica feita de remendos e improvisações e a dependência cada vez maior de uns poucos setores ainda eficientes, com destaque para o agronegócio e a mineração. O menos importante, nesta altura, é apontar a exportação fictícia de plataformas de petróleo, no valor de US$ 7,74 bilhões, como evidente maquiagem dos números. Muito mais instrutivos, nesta altura, são outros detalhes. Uma dissecção da balança comercial, mesmo sumária, dá uma boa ideia dos estragos acumulados na economia em dez anos, especialmente nos últimos seis ou sete.



Sem os US$ 7,74 bilhões das plataformas, a exportação de manufaturados fica reduzida a US$ 85,35 bilhões. Para igualar as condições convém fazer a mesma operação com os números de 2012. Eliminada a plataforma de US$ 1,46 bilhão, a receita desse conjunto cai para US$ 89,25 bilhões. Sem essa depuração, o valor dos manufaturados cresceu 1,81% de um ano para o outro, pela média dos dias úteis. Com a depuração, o movimento entre os dois anos é uma assustadora queda de 5,13%.

Alguns dos itens com recuo de vendas de um ano para o outro: óleos combustíveis, aviões, autopeças, veículos de carga, motores e partes para veículos e motores e geradores elétricos. No caso dos aviões, a redução de US$ 4,75 bilhões para US$ 3,83 bilhões pode estar relacionada com oscilações normais no ritmo das encomendas e da produção. Mas o cenário geral da indústria é muito ruim. No caso dos semimanufaturados, a diminuição, também calculada pela média dos dias úteis, chegou a 8,3%.

Não há como atribuir esse resultado à crise internacional, até porque várias economias desenvolvidas, a começar pela americana, avançaram na recuperação, Para a América Latina e o Caribe, grandes compradores de manufaturados brasileiros, as vendas totais aumentaram 5,6%. Mesmo para a Argentina as exportações cresceram 8,1%, apesar do protecionismo.

O problema no comércio com os mercados desenvolvidos está associado principalmente ao baixo poder de competição da indústria, ou da sua maior parte, e às melhores condições de acesso de produtores de outros países. Mas essa é uma questão política. O governo brasileiro rejeitou em 2003 um acordo interamericano com participação dos Estados Unidos. Com isso deixou espaço a vários países concorrentes. No caso da União Europeia, o grande problema tem sido o governo argentino. É o principal entrave à conclusão do acordo comercial em negociação desde os anos 1990.

O Mercosul, promissor na fase inicial, tornou-se um trambolho com a conversão prematura em união aduaneira. Os quatro sócios originais nunca chegaram sequer a implantar uma eficiente zona de livre-comércio. Mas foram adiante, assumiram o compromisso mal planejado da Tarifa Externa Comum e aceitaram as limitações daí decorrentes. Nenhum deles pode, sozinho, concluir acordos ambiciosos de liberalização comercial com parceiros estranhos ao bloco.

De vez em quando alguém sugere, no Brasil, o abandono da união aduaneira e o retorno à condição de livre-comércio. Poderia ser um recomeço muito saudável, mas o governo brasileiro nem admite a discussão da ideia. A fantasia de uma liderança regional - obviamente associada ao terceiro-mundismo em vigor a partir de 2003 - tem sido um entrave ainda mais danoso que as amarras da fracassada união aduaneira. (Continua).



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Postado por Orlando Tambosi às 10:34 0 comentários Links para esta postagem

Anônimo disse...

O vendedor de linhas está de volta
16,09 é sempre uma alegria,ver um MERCANTILISTA em ação.
Parabéns,me escutou ,os direitalhas não admitem menos de 30 linha, hoje foram 49 linhas,merece o que recebe.
Estou preocupado,com a ideia que passas,acredito que os direitalhas estão morrendo de medinho do governo lula/dilma/tarso, do PT.
Continuo acreditando,que se o senhor fosse estudar,poderia se dar melhor na vida,ser vendedor de linhas é de um mercantilismo burguês atroz.

Vá estudar Saudações