Balança comercial fecha no pior resultado em 13 anos.

Om dólar fechou em alta, hoje, cotado para venda em R$ 2.39.

A balança comercial brasileira fechou 2013 com superávit de US$ 2,561 bilhões — queda de 86,9% em relação ao ano anterior — em 2012, as exportações superaram as importações em US$ 19,396 bilhões. O resultado comercial do ano passado foi o pior desde 2001, quando o saldo da balança foi positivo em US$ 2,684 bilhões. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 2, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), segundo notícia deste final de tarde do jornal Valor, conforme seu site WWW.valor.com.br Leia tudo:

. Essa é a segunda queda consecutiva no resultado comercial brasileiro, já que, em 2012, houve uma retração de 34,8% em relação a 2011, quando a balança comercial apresentou superávit de US$ 29,793 bilhões.

. No ano passado, as vendas de bens para o exterior somaram US$ 242,178 bilhões em 2013, ante US$ 242,577 bilhões em 2012, o que representa queda de 1%. Já as importações alcançaram US$ 239,617 bilhões no ano passado, 6,5% acima do valor registrado no ano anterior, que foi de US$ 223,149 bilhões.
Recorde

. O resultado das importações brasileiras em 2013 foi recorde, considerando a série histórica do Mdic, iniciada em 1993. Enquanto que o valor das exportações no ano passado foi o terceiro maior da série, superado apenas pelos valores de 2011 — US$ 256,03 bilhões — e de 2012.

. No caso das importações, o recorde foi fortemente influenciado pela conta-petróleo. As compras internacionais de combustíveis e lubrificantes cresceram 13,8%. Em seguida vieram os desembarques de matérias-primas e intermediários, que cresceram 5,8%, bens de capitais, com alta de 5,4%, e bens de consumo, com avanço de 3,2%.


. O recorde de 2013 também engloba cerca de US$ 4,5 bilhões de importações de petróleo realizadas em 2012, mas contabilizadas na balança comercial de 2013. Mas mesmo sem essa contabilização, o valor continuaria sendo o maior desde 1993. 

CLIQUE AQUI para conhecer mais detalhes. 

12 comentários:

Anônimo disse...

Conforme os otimistas de plantão esses dados não representam a situação do Brasil atual.O Barco está afundando e eles jogando água um no outro,ou seja,festejando.

Anônimo disse...

Cantanhêde: não pergunte de quem os gringos fogem, eles fogem de você:

A cheirosa colunista da Folha, Eliane Cantanhêde, escreve hoje que um artigo um tanto confuso, onde mistura os problemas do turismo receptivo brasileiro – que, de fato, deixa a desejar – com o turismo de brasileiros no exterior, que vai de vento em popa com a elevação de renda e com a (ainda) relativa apreciação da moeda brasileira frente ao dólar.
À parte de um turista brasileiro – “homem aparentemente bem simples” – discutir em dólares o preço de um brinquedo numa breira de estrada em Pirassununga (SP) , a colunista deve ter tido uma crise de temporalidade, por dizer que os preços para os brasileiros, no Brasil, são comparados “quase que corriqueiramente, com o dólar”.

Tanto não são que o amigo e a amiga terá de fazer contas para saber quanto é seu salário ou quanto custam sua casa ou seu carro em dólar.
Depois, usa como argumento que seria uma “bagunça fiscal” – “IPI pra cá, IPI pra lá e aumento de IOF para viagens internacionais” – o que afasta os turistas.

Ora, turista não vem comprar carro no Brasil nem vai pagar um tostão a mais nos seus gastos aqui em moeda estrangeira.
E quem vai pagar mais são os brasileiros que convertiam seus reais em dólares por travelller’s checks e em carga de cartões pré-pagos, que passam a ser equiparados, como deviam ser, aos cartões de crédito convencionais.

Cantanhede parece que não lê a própria Folha, que ontem publicou matéria sobre a explosão descontrolada de turismo brasileiro no exterior e as perdas que isso causa para o país.
Em 2003, o dinheiro gasto pelos brasileiros lá fora basicamente equivalia ao deixado por estrangeiros aqui dentro. Hoje, para cada dólar trazido pelos gringos, deixamos 17 no exterior.

O número de brasileiros fazendo turismo externo dobrar é ótimo.
Já o gasto destes turistas decuplicar, não.
Porque significa que o perfil das despesas cresceu muito para quem gasta mais.
Mas voltemos ao ponto em que Cantanhede mistura as duas coisas: porque os estrangeiros vêm pouco ao Brasil?

Estrangeiros, leia-se, americanos, europeus e asiáticos, porque o turismo argentino, uruguaio e latino americano em geral é relativamente estável e bem sucedido.
O Brasil é caro, sim, mas a Espanha, que recebe o décuplo de turistas, também é. E Nova York, Paris, Roma, Londres, também são.
Ninguém deixa de ir a estas cidades porque são caras.
Os hotéis de turismo de luxo ou semi-luxo têm mais ou menos a mesma tarifa mundo afora.

Como não ficaram encalhados os ingressos da Copa, mesmo cada um custando uma pequena fortuna.
Deixa-se de vir ao Brasil pela imagem de caos, desorganização, violência e medo que, nos últimos anos, espalhou-se sobre o Brasil.
Aliás, décadas quando se trata do Rio de Janeiro, um de nossos principais portões de entrada.
A mídia brasileira é a antivitrine do Brasil. E do Rio, em especial.

A violência, no Brasil é um problema sério e preocupante. Mas não é maior que em muitas cidades turísticas pelo mundo.
O submundo das drogas não é maior no Rio do que na Flórida, talvez seja no máximo mais espalhado pela proximidade de áreas ricas e pobres.
Os roubos e homicídios aqui são menores que os de New Orleans, um dos mais concorridos destinos turísticos dos EUA.

Mas o Brasil, para sua mídia, é – perdão – o cocô do cavalo do bandido.

Anônimo disse...

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014




Vídeo de brasileiro nos EUA ironiza total despreparo do Brasil para sediar Copa de Futebol da Fifa









Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net




O governo Dilma Rousseff está PT da vida com o vídeo produzido pelo site Realidade Americana – que faz uma crítica mordaz e irônica do Brasil para convidar estrangeiros para nos visitar durante a Copa do Mundo, em junho. “Fifa World Cup – The Real Brazil”, em 2 minutos e 54 segundos de duração, consegue ser mais eficiente que qualquer discurso de oposição à petralhada. Pena que contribua para consolidar a verdadeira imagem do Brasil como país atrasado, ignorante, subdesenvolvido e sem infraestrutura para a vida cotidiana – muito menos para receber turistas.




O material foi produzido por Carlos Montadori. Mais conhecido na internet por Carlinhos Troll, que faz vídeos para mostrar a realidade norte-americana para o resto do mundo, mostrando as diferenças entre os EUA e o Brasil. Embora more lá fora, alega que o “padrão pobreza” dele na terra do Tio Sam é mais digno que no Brasil. Em maio do ano passado, Carlinhos Troll chegou a ser entrevistado no programa “Encontro”, de Fátima Bernardes, da Rede Globo. Agora, Carlinhos vai entrar para a lista negra de perseguidos pela petralhada. Sorte dele que já está autoexilado nos EUA, e só vem uma vez por ano ao Brazil.




Faltou Carlinhos Troll lembrar, em seu vídeo, que o Brasil jogará fora US$ 6 bilhões apenas na construção de “arenas” (curiosamente, por marketagem, volta-se a adotar a velha definição do Império Romano para os “estádios” feitos na base do superfaturamento para pagar mensalões). Além dos corruptos, que já levaram o seu antecipadamente, na Copa, devem ganhar um bom dinheiro a Fifa, a Rede Globo, nossa precária rede hoteleira e alguns patrocinadores. Se o Brasil for campeão, tudo será festa. Se não for, é capaz de alguns se lembrarem do alto preço que será cobrado pela aventura...

Anônimo disse...

Mais uma façanha pro governo petista se orgulhar.

Anônimo disse...

Sr Polibio Braga

O vendedor de linhas voltou com tudo,mais de quarenta linhas,é muita criatividade para desqualificar,e pouco argumento para justificar.
Vendedor de linhas,o que deu realmente prejuízo ao Brasil,não foram as viagens de brasileiros,incluindo o traço,o que DEU prejuízo para a nação foi a COMPRA DA USINA DE PASADENA,FORAM DOIS BILHÕES DE DÓLARES ROUBADOS DA PETROBRAS E DO POVO BRASILEIRO.OU OS DÓLARES DESVIADOS PARA PORTUGAL DA DNA ROSE
Vá estudar jovem,assim não precisara vender linhas.
A escolinha do Professor Raimundo,tem uma personagem que tem os argumentos do vendedor de linhas,Violência?,Drogas?só se for na França...."EU NÃO SOU MALUCO" é seu bordão
Saudações

Anônimo disse...

Brasil campeao ou nao, a dilma se reelege. Nao tem oposicao.

Anônimo disse...

Os textos do INTERNAUTAS PTRALHAS estão a com força no Brasil, as custas da população.

Qual será o salário do anonimo das 21:28 e qual das ONG o está pagando?

Luiz Vargas disse...

Isto não preocupa. A contabilidade criativa do cumpanhero Augustin dará um jeito neste pequeno detalhe.
Nada que a exportação de papel de algumas PlaTaformas PeTrolíferas, que não sairão do país, não possa inflar os balancetes.

Anônimo disse...

Ou seja, só foi pior na época do FHC.

Anônimo disse...

Agora a petralhada entende porque os paraisos comunistas Cuba-Coreia do Norte proibem os seus servo-cidadaos de sairem do pais.

Brasileiros mesmo sendo semi analfas que vao pra Disney-NY-Europa sao capazes de ver como estamos sendo roubados por aqui. Ha decadas.

E pensa bem, o que o Brasil tem a oferecer ao gringo? Esgoto a ceu aberto? Arrastoes? Pancadoes? Gente corrupta mal educada que nao fala ingles? Uma gente feia e assustadora nas ruas?

Eles vem pra ca por duas coisas: Bundas e Drogas faceis e em profusao.

ass. marcelao

Anônimo disse...

Exportações de carros
batem recorde. É a “crise”
Exportações subiram 46%

Saiu no G1:

Exportações de automóveis sobem 46% e batem recorde em 2013

No ano passado, exportações de carros somaram US$ 5,48 bilhões.

Segundo MDIC, Argentina foi o principal comprador de carros brasileiros.

As exportações de automóveis fabricados no Brasil cresceram 46% em 2013, para US$ 5,48 bilhões, novo recorde, segundo informou nesta quinta-feira (2) o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Daniel Godinho. Em 2012, as vendas externas de carros somaram US$ 3,72 bilhões.

Os dados contabilizam somentes as exportações de automóveis de passageiros, o que deixa de fora caminhões, ônibus e máquinas agrícolas, diz o MDIC.

De acordo com Godinho, as exportações de automóveis, no ano passado, aconteceram principalmente para a Argentina — que concentra disparada a maior parte das compras do produto brasileiro. “Temos um crescimento puxado pela Argentina. Estamos retomando um canal de diálogo com a equipe econômica da Argentina”, declarou Godinho.

(…)

Anônimo disse...

Deem o palpitem, de onde vem o texto das 11:19? Não é necessário dica.