Richard Silva, de Jurerê.
O verão 2026 em Jurerê Internacional escancarou uma virada no perfil do turismo: a presença de estrangeiros latino-americanos, principalmente argentinos, passou a dominar a praia, os restaurantes, beach clubs e o comércio local, enquanto brasileiros ficaram em clara minoria nos dias de maior movimento.
O motivo vai além do turismo e entra no campo econômico. Preços elevados, como guarda-sóis chegando a R$ 150 e cerveja Heinekern de 350 ml na beira da praia por R$ 30. Para turistas de países vizinhos, o câmbio favorece; para o brasileiro, o custo pesa.
Em destinos como Florianópolis, cresce a percepção de perda de poder de compra e frustração econômica, sentimento que também se reflete na piora da avaliação do governo e no debate sobre custo de vida.
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