- O autor é advogado, RS.
Contrariamente ao que afirma a mídia brasileira, o filme “O Agente Secreto” não é unanimidade no exterior, bastando ver que o diretor Óliver Laxe, do longa espanhol “Sirât”, que concorre ao Oscar nas categorias de Melhor Filme Internacional e de Melhor Som, efetuou um comentário, sarcástico e nada amistoso sobre a indicação.
Em entrevista ao talk show La Revuelta, da emissora pública espanhola TVE, Óliver soltou essa pérola:
- Na academia há muitos brasileiros, nós gostamos muito deles, mas eles são ultranacionalistas. Acho que, se os brasileiros inscrevessem um sapato no Oscar, todos votariam nel.
Para bom entendedor.
O lobby brasileiro vem de velhos nomes conhecidos, patrocinados por grandes empresas e projetos culturais do governo, entre estes Fernanda Montenegro, Sônia Braga, Rodrigo Santoro, Kleber Mendonça Filho, Wagner Moura e Selton Mello.
Nada mais a explicar
7 comentários:
Vamos fazer um show com os sertanojos para empatar com essa petralhada. A inveja mata. Pior que falar de você é nao falarem de você.
Onde a esquerda impera pode-se esperar canalhice.
Na Globo não entra gente de direita, no entanto no BBB atual, com a pior audiência de todos os tempos, o mote principal de discórdia já é a polarização na política.
Óbvio… com isso “agentes” foram plantados para serem direitistas, quem sabe a gente volta pra globo, né não?
Só fazem filmes da ditadura,sendo que foram os melhores anos de vida no Brasil. Sem bandidagem e lei funcionava..Estas escumalhas têm que fazer filmes da ditadura comunista que se abateu no país,com a esquerda e o STF juntos..Pegam o nosso dinheiro para fazerem merdas. Bem capaz que vou olhar filmes de Wagner e Fernanda.Tenho dignidade na cara
Muito bem explicada a razão da indicação. Esquerdalha brazuca apoiando Wagner Moura q mora em LA e não sofre as agruras da BRAZUELA.
A entrega de um dos prêmios conquistados, no tapete vermelho, na hora da entrevista, foi muito estranha.
Aí tem..........
Estes componentes brasileiros no Oscar não passam do lixo da cinematografia nacional. A começar com aquela ordinária da Fernanda Montenegro, velha asquerosa e escrota e sua filha vagabunda.
Evidentemente a escolha não foi técnica, mas puramente política. Tem muita politicagem de esquerda infiltrada nos mais diversos meios, a começar pela cultura.
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