A semana passada foi uma semana de cão para o ex-chefe da Casa Civil de Yeda Crusius, mas não apenas porque na sexta-feira foi alvejado pelas costas com a divulgação da gravação do diálogo corrosivo que teve com o vice-governador Paulo Feijó e seu subseqüente despejo do Piratini.
. Os tormentos de Busatto começaram na segunda-feira, quando a Executiva do PMDB procurou-o para avisar que não toleraria mudanças não ajustadas previamente no Banrisul. Na gravação de Feijó, ficou evidente que o núcleo duro do governo trabalhava com a idéia.
. Nos dois dias seguintes, o azedume do chefe da Casa Civil aumentou muito porque Yeda desautorizou-o em negociações feitas na Assembléia. O caso foi tão grave que Busatto demitiu-se na quinta-feira, um dia antes da revelação das gravações feitas por Feijó. Yeda alarmou-se, porque já sabia da tempestade que viria. Busatto concordou em voltar atrás. Apenas dois dias depois, seria demitido.
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