O acordo firmado na semana passada entre líderes partidários e o presidente da Câmara, Marco Maia, para votação na quarta-feira (21/9) da regulamentação da Emenda 29, foi elogiado no Plenário da Câmara Federal pelo deputado Osmar Terra (PMDB-RS), ex-secretário da Saúde do RS e que está na linha de frente pela definição de um quantum dos recursos públicos federais, estaduais e municipais para a saúde pública. Um dos principais pontos do projeto é o seguinte:
- A definição de quais são os gastos de saúde, impedindo que estados e municípios inflem os recursos do setor com verbas não relacionadas, como é o caso de gastos previdenciários e até saneamento básico custeado por empresas como a Corsan.
- O que disse o deputado em mensagem ao ediutor: "Vamos votar uma regra que vai impedir que os Governos utilizem recursos que deveriam ser da saúde pública para outros fins que não sejam os de que toda a sociedade seja beneficiada".
. Terra ressaltou que a proposta é uma ferramenta para melhorar a gestão da saúde.
. Logo em seguida à queda da CPMF, criada para fornecer recursos para a saúde, o ministro Guido Mantega, da área econômica do governo, dobrou o IOF, aumentou a CSLL e cobriu todo o buraco da CPMF, aquela que era para vir toda para a saúde. E não veio nenhum centavo desse recurso.
- Para o deputado, alguns dos problemas do sistema de saúde são as consultas especializadas; os serviços de urgência e de emergência; e a remuneração dos servidores do setor.
Um comentário:
A bandidagem parlamentar já está de juntando para votar um imposto para grandes fortunas? E o que é grande fortuna para eles? 2 Milhoes no IR... Os políticos não são atingidos porque o dinheiro de propina não é declarado em IR.
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