Artigo, blog de Orlando Tambosi - The Intercept e seus parceiros: circo sem fim.

É um comportamento que não tem mais como ser justificado pelo interesse público, sendo apenas maneira de manter na defensiva os procuradores e o ministro da Justiça, algo que não encontra nenhum abrigo na boa ética jornalística. Editorial da Gazeta do Povo:

Quando o site The Intercept Brasil iniciou, em junho deste ano, a divulgação de supostos diálogos atribuídos a procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato – especialmente seu coordenador, Deltan Dallagnol – e o então juiz federal Sergio Moro, hoje ministro da Justiça, afirmou que suas reportagens revelariam “comportamentos antiéticos e transgressões que o Brasil e o mundo têm o direito de conhecer”. Assim, o site embasava no interesse público a publicação de conteúdos alegadamente obtidos por meio da violação da comunicação dos envolvidos. Dois meses depois, e agora com a colaboração de veículos que estão entre os mais importantes da imprensa nacional, é preciso questionar até onde o Intercept e seus parceiros querem chegar.

Desde já é preciso deixar claro que a questão não é a legalidade da publicação, ainda que o material seja produto de um crime (a invasão dos celulares dos procuradores), e apesar de ainda haver muitas dúvidas razoáveis a respeito da própria autenticidade das mensagens.

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26 comentários:

Anônimo disse...

Este vagabundo americano, traidor da sua pátria , sujeito pornográfico e desqualificado, junto com seu amante de mesmo padrão moral, assim com os responsáveis por publicar material roubado, já deveriam estar sete palmos abaixo do nível da terra. Para que os seus similares (vermes) os comessem

Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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Anônimo disse...

Bolsonaro diz não ter "nenhum compromisso" com Moro no STF:

Questionado sobre indicação à Corte, presidente afirma que nome do advogado-geral da União, André Mendonça, é 'terrivelmente supremável'

31 AGO 2019 - UOL

O presidente Jair Bolsonaro voltou a colocar em dúvida, neste sábado, 31, a possibilidade de indicar o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, a uma vaga no Supremo Tribunal Federal, e acenou para outro auxiliar cotado, o advogado-geral da União, André Mendonça. Até o fim de seu mandato, o presidente terá ao menos duas vagas na Corte para preencher.

"Não existe nenhum compromisso meu com Moro", afirmou o presidente em almoço no quartel-general do Exército, em Brasília. "Tem que ver. Como o Senado avaliaria ele hoje?", questionou. Bolsonaro disse ainda que "Moro é ingênuo" e que "falta malícia" ao ministro. "O Paulo Guedes também era assim, mas ele está aprendendo."

As declarações ocorreram durante churrasco do qual o presidente participou no quartel-general do Exército, em Brasília. Pouco depois de entrar, Bolsonaro mandou os seguranças convidarem um grupo de jornalistas e motoristas da imprensa que o esperavam na porta para participar do evento. Ele conversou por cerca de uma hora e meia com seis jornalistas.

O presidente já declarou que pretende indicar para o Supremo um nome "terrivelmente evangélico". Questionado se este nome seria o de Mendonça, que é reverendo da Igreja Presbiteriana Esperança de Brasília, Bolsonaro disse que o auxiliar é "terrivelmente supremável".

A indicação de ministros do Supremo é uma atribuição do presidente da República, que depois precisa ser aprovada pelo Senado, após uma sabatina. Em maio, em uma entrevista à rádio Bandeirantes, Bolsonaro chegou a afirmar que, ao convidar Moro para integrar sua equipe de ministros, comprometeu-se a indicá-lo para a primeira vaga que fosse aberta no STF. ...

Emmanuel disse...

Olha....é abusar da minha parça inteligência, pensar que quem roubou as conversas, não tenha também adulterado e até criado diálogos.
Acredita nesse tipo de coisa, aquele que tem interesses escusos, ou que participou na Vaquinha Lulalivre...

Anônimo disse...

Delação de Palocci não tem “farto lastro documental” e PF busca provas, admite Globo:

O pé atrás com a delação é tão evidente que, diferentemente do que ocorre com outros colaboradores, Palocci não terá benefícios legais enquanto sua delação não se mostrar eficaz para o Judiciário

01/09/2019

Jornal GGN – É destaque no jornal O Globo deste domingo (1º) que a Polícia Federal precisou traçar uma “estratégia” de investigação, que já resultou em cerca de 10 inquéritos instaurados, para procurar provas que corroborem a delação do ex-ministro Antonio Palocci.

De acordo com o jornal, a própria PF admite que as acusações feitas por Palocci estão sem “sem farto lastro documental” – uma visão que já teria feito a turma de Curitiba rejeitar o acordo de cooperação com o ex-petista – e que, por isso, o acordo prevê que ele não terá benefícios enquanto a delação não se provar eficaz para o Judiciário....

Anônimo disse...

Na minha opinião cercear a liberdade de uma pessoa na comunicação em seu celular é CRIME. Adentrar, interceptar conversas em celular privado é CRIME. Eu ainda não entendi porque esses Terroristas não estão julgados, condenados e presos. É preciso que o Brasil e o mundo veja como é feita a Justiça no Brasil.

aparecido disse...

A ética jornalistica no Brasil se limpa com papel higienco....haja papel...

Anônimo disse...

Onde está a privacidade das pessoas na comunicação em seus celulares? Imaginem que inferno se tornou a Justiça para condenar um criminoso? O Brasil e o mundo precisam saber como está a Justiça no país da Corrupção e da Impunidade.

Mordaz disse...

Acho que o maior interesse público no país é sem dúvida as conversas de membros do STF. Gente que recebe e visita réus diariamente.

Anônimo disse...

Somos campeões mundial em Corrupção. Somos carimbados pelo mundo como o país mais corrupto. Temos uma Suprema Corte STF que já nem se preocupa mais com a Imparcialidade nos julgamentos dos criminosos. IMPUNIDADE CORRE FROUXA no país e isso o Brasil e o mundo precisa saber.

Anônimo disse...

Brasilililil, país mais corrupto do mundo. Não se tem mais privacidade na comunicação entre celulares. E a Justiça ao invés de intervir nos direitos do povo, ela é conivente. Na minha opinião venderam-se. Vergonhoso

Anônimo disse...

Intercept: lavajatistas admitem "casamento de fachada" com bolsonarismo:

"O antipetismo era a cola que unia o bolsonarismo e a Lava Jato", afirmou o jornal, recuperando episódios em que, por exemplo, uma procuradora se disse “muito preocupada com uma possível volta do PT” e que rezaria muito para que isso não acontecesse. Dallagnol respondeu “Reza sim. Precisamos como país”

1 de setembro de 2019

247 - Em artigo do The Intercept Brasil publicado neste domingo (01), o jornalista João Filho sintetiza o objetivo central da Lava-Jato em sua aproximação com o bolsonarismo durante as eleições de 2018: evitar que o PT retornasse ao poder na figura de seu então candidato, Fernando Haddad. Segundo o jornal, o núcleo duro da Lava Jato estaria descontente com Bolsonaro por não proteger a operação.

O Intercept recupera fala do procurador Deltan Dallagnol em entrevista à Gazeta do Povo, do Paraná, em que diz: “O presidente Jair Bolsonaro, ao longo da campanha eleitoral, se apropriou de uma pauta anticorrupção. (…) Agora, o que nós vemos é que ele vem se distanciando desta pauta de quando coloca em segundo plano o projeto anticrime do juiz federal Sergio Moro. Ele coloca em segundo plano quando ele faz mudanças no Coaf e desprestigia o auditor da Receita Federal Roberto Leonel, que trabalhou na Lava Jato”.

"O antipetismo era a cola que unia o bolsonarismo e a Lava Jato", afirmou o jornal, recuperando episódios em que, por exemplo, uma procuradora se disse “muito preocupada com uma possível volta do PT” e que rezaria muito para que isso não acontecesse. Dallagnol respondeu “Reza sim. Precisamos como país”....

Anônimo disse...

Glenn Greenwald, do Intercept, promete nova bomba no Roda Viva:

O jornalista norte-americano Glenn Greenwald, fundador do site The Intercept Brasil, promete nesta segunda-feira (2) divulgar nova bomba no programa Roda Viva.

O responsável pela série de 21 reportagens da #VazaJato, até o mês de agosto, será entrevistado ao vivo pela bancada do Roda Viva, na TV Cultura, a partir das 22 horas.

O Blog do Esmael vai transmitir em rede a sabatina que será comandada pela jornalista Daniela Lima, editora da coluna Painel, na Folha.

Desde 9 de junho, o Intercept vem divulgando arquivos de conversas privadas no Telegram de procuradores da força-tarefa Lava Jato e do ex-juiz Sérgio Moro. Nessas mensagens, eles (acusadores e julgador) fazem conluio para tornar impossível a defesa de acusados.

Pelas mensagens no Telegram, Moro e principalmente o procurador Deltan Dallagnol, travam uma obsessiva guerra ideológica e política contra Lula e o PT. Eles não escondem que tinham o objetivo de derrotar os petistas, ajudar na eleição do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e, finalmente, chegar ao poder.

Para coroar o “trabalho”, a Lava Jato ainda almejava colocar Moro numa cadeira do Supremo Tribunal Federal (STF) e Deltan na Procuradoria-Geral da República (PGR). Ambas as possibilidades ficam distantes depois da Vaza Jato. E é neste contexto que acontecerá a entrevista de Greenwald.

Acompanhe ao vivo pelo Blog do Esmael.

Anônimo disse...

Eu vi nos astros que o coro, justiça, vai comer no lombo dos raqueadores.

Anônimo disse...

Elio Gaspari: “Há dois anos seria um forte candidato pela Presidência. Moro é hoje uma fritura ambulante”:

​ 1 setembro, 2019 - DCM

Elio Gaspari abordou o ex-juiz em sua coluna na Folha de S.Paulo. “Quando decidiu largar a toga, trocando o altar da Lava Jato pelo serpentário de Brasília, Sergio Moro fez uma escolha arriscada. Ele havia se tornado um símbolo da luta contra a corrupção, mandando para a cadeia gente convencida de que aquilo era lugar de preto e de pobre. Na última quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro chamou-o de ‘patrimônio nacional’, mas Moro e as paredes do Planalto sabem que há poucas semanas ele o chamava de outra coisa. Quem já fritou um bife sabe que é preciso virar a carne, para não queimá-la. Moro é hoje uma fritura ambulante. Fritam-no (ou frita-se) no Planalto, no Congresso e no Judiciário”.

O jornalista desenvolve seu raciocínio: “Há dois anos ele seria um forte candidato na disputa pela Presidência da República. Essa viagem do paraíso ao inferno é uma tragédia brasileira que aponta para algo maior que ele. Mostra os vícios de soberba inerente à ideia do faço-porque-posso (…). O doutor não percebeu a mudança climática a que se submeteu trocando Curitiba por Brasília. Era um juiz que encarnava o combate à roubalheira e, junto com os procuradores, era também a melhor fonte de notícias. Afinal, era preferível ouvir Moro ou Deltan Dallagnol a dar crédito às patranhas virginais de empreiteiros ou de comissários petistas. Moro, Dallagnol e os procuradores sempre souberam que seu serviço seria avaliado nas cortes superiores de Brasília. Confiaram numa inimputabilidade que lhes seria concedida pela opinião pública, até que vieram as revelações do Intercept Brasil e, acima de tudo, a decisão do Supremo Tribunal Federal que anulou a sentença de 11 anos de prisão imposta a Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil”.

E completa: “Dallagnol fez o que achava que podia fazer. Desde o aparecimento das mensagens obtidas pelo Intercept, os procuradores da Lava Jato e Sergio Moro encastelaram-se numa defesa suicida de silêncio e negação. Danificaram a alma da Lava Jato com a soberba do encastelamento que levou as empreiteiras e os comissários do PT à ruína e à cadeia. Para Moro, a conta do faço-porque-posso veio na semana passada, com a decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal”.

Anônimo disse...

Totalmente improcedente a merda que tu escreveu.
O interesse público permanece sim senhor, parabéns InterceptBR pelo excelente trabalho. Só não interessa a quem quer varrer a sujeira para baixo do tapete!

José Corrêa disse...

Sr Políbio:

A área de comentários precisa ser desratizada, pois está infestada de PTbas!!!

Anônimo disse...

LAVA JATO E SEUS PARCEIROS:

CIRCO SEM FIM!