Ricardo Breier é advogado, RS.
A realidade decepcionante: o STF trata questões de ética e imparcialidade de seus membros como assuntos internos, resolvidos por consenso corporativo, sem mecanismos externos de controle efetivo.
A nota de defesa a Toffoli não fortalece a credibilidade do tribunal — ao contrário, reforça a percepção de que a Corte opera como um corpo fechado, incapaz de submeter seus próprios membros ao mesmo rigor que impõe aos demais poderes e aos cidadãos comuns.
A verdadeira defesa da democracia e do Estado de Direito passaria por transparência, não por blindagem.
Master
O STF não pode funcionar apenas sob a lógica da legalidade estrita. Precisa operar também sob a lógica da confiança pública. Se não há ilícito, que isso seja demonstrado com máxima publicidade e rigor. Porque a dúvida prolongada desgasta mais do que a investigação transparente.
No caso Banco Master a pergunta não é apenas “há crime?”. A pergunta mais profunda é “há distância suficiente entre o poder econômico e o poder de julgar?”. Essa distância é o que sustenta a credibilidade da Corte
A pergunta é: A polícia federal vai liberar os vídeos com as putaria generalizadas de políticos, juízes, desembargadores, empresários etc etc ?????????
ResponderExcluirSTF petralha virou esse escândalo ambulante. Tudo é segredo de justiça, tudo é tratado de forma corporativa, e o pior é a CORRUPÇÃO EXPLÍCITA , os 129 milhões de verba NÃO honoraria. O esquema do TAYAYA deveria ser motivo de impeachment e processo criminal contra Tofoli e Moraes.
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