A presidente da Assembleia Nacional de maioria opositora eleita em 2015, Dinorah Figuera, voltou a Caracas neste final de semana e iniciou conversas com a ditadura chavista para iniciar o processo de transição política na Venezuela.
Figuera esteve exilada durante 8 anos. Ela manteve reunião com Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional controlada pelo chavismo e irmão da presidente interina, Delcy Rodríguez. O encontro teve o apoio dos Estados Unidos e marcou a primeira aproximação pública entre representantes do governo e da oposição. A reunião foi para discutir a composição de um novo Conselho Nacional Eleitoral
A maior líder opositora da Venezuela, Maria Corina Machado, continua exilada.
Assisti ao vivo e a cores como destruir um pais com um imenso potencial. Venezuela tem petroleo, uma costa voltada para o Caribe que é crivada de pousadas e hoteis (turismo riquissimo), um territorio rico em ouro, ferro, minerais criticos. Bastou flertar com o comunismo e virar a 'cabeça de praia' do degenerado regime Cubano é tudo foi destruido. Quem tinha dinheiro fugiu para Miami. O resto perdeu tudo, passou a passar fome e foi vagar pela america do sul atrás de abrigo e comida. Lembro da omissão de Clinton e da fraqueza de Bush Pai. Aqui no Brasil Fernando Henrique embarcou na canoa, mas logo viu a criação de uma nova Cuba e saltou fora. Com a lulização do Brasil em 2003 aquele maldito regime consolidou e vimos no que deu. Não brinque de comunista, os resultados serão sempre os mesmos!
ResponderExcluirA opção dos chavistas é aceitar a transição com eleições limpas ou levar um cacete dos EUA. Legal.
ResponderExcluirA esquerda brasileira só lamenta esta transição para a democracia
ResponderExcluirEles queriam era a Venezuela do Maduro,da repressão ao povo,dos encontros amigáveis do cachaceiro e o Nicolás.