Segundo os representantes dos metalúrgicos, a decisão foi adotada para evitar demissões em meio à forte retração do mercado de máquinas agrícolas no Brasil. Durante o período, os trabalhadores ficarão afastados das atividades na fábrica, mas continuarão recebendo o salário líquido integral por meio da combinação entre a bolsa qualificação do governo federal e um complemento financeiro pago pela empresa. Benefícios como plano de saúde, vale-alimentação e convênios também serão mantidos.
A previsão inicial é de que o programa dure três meses, podendo ser estendido por até cinco caso o cenário do setor continue desaquecido. Em nota, a AGCO afirmou que a medida faz parte de uma readequação estratégica da produção diante da queda na demanda, priorizando a preservação dos empregos e a continuidade das operações. O movimento acende um alerta sobre a desaceleração do agronegócio e os impactos diretos sobre a indústria gaúcha ligada ao campo.

Ufa!
ResponderExcluirQue alívio.
Valdemar da Costa Neto declarou que ainda conta com Ciro Nogueira na chapa do Flávio Bolsonaro.
Não podemos abrir mão desse baluarte da política brasileira
Duvido muito, é velho Parceiro do Lula.
ExcluirEnquanto isso o no e dedos continua destruindo a economia do Brasil, não vai sobrar pedra sobe pedra.
ResponderExcluiragronegócio vendendo 22% menos !
ResponderExcluirA importação de fertilizantes está garantida?
ResponderExcluirÉ fácil. Andamento de programa.
ResponderExcluirO nomeado segue os seus amos do oriente e para compensar a debacle da indústria nacional isentará de impostos toda e qualquer importação.
Propaganda atual oferece concorrente importado pela metade do preço.
Seguindo assim, até pás e picaretas serão importadas.
Nomeados do Foro de São Paulo estão festejando a desgraça dos brasileiros, juntamente com o dragão.
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