O texto, apresentado pelo deputado Marcos Pollon e relatado por Paulo Bilynskyj, prevê que o trabalhador possa sacar valores equivalentes ao custo da arma, munições anuais e equipamentos para armazenamento seguro. O saque dependerá de autorização válida para compra e regularidade nos sistemas da Polícia Federal ou do Exército.
A proposta ainda passará por outras comissões antes de seguir ao Senado, podendo evitar votação no plenário caso não haja recurso. O projeto também exige que o comprador cumpra as regras já previstas na legislação brasileira, incluindo testes psicológicos, comprovação de capacidade técnica e ausência de antecedentes criminais.

Não acredito na que estou lendo.
ResponderExcluirSerá que chegarmos no fundo do poço?
Porque ? Liberaram para a compra de maconha, Jumentinho ? Kkkkkk
ExcluirFico estarrecido com essas notícias vindo do poder legislativo. Só poderia vir de um deputado do PL, tendo como relator um político do mesmo partido. O Polibius ficou tão envergonhado, que não escreveu quais partidos eles pertencem.
ResponderExcluirPQP
ResponderExcluirAlguém sabe me informar o que o Bolsonaro fez com o dinheiro que o Vorcaro doou pra ele?
ResponderExcluirComprou imóvel?
Aplicou em renda fixa?
Distribuiu para as ex esposas?
Comprou armas?
E o dinheiro que o Lullinha ganhou do Careca do INSS? Sabemos que ele foi ver a aurora boreal.
ExcluirE o que Lule/Dilma fizeram com um valor 100 vezes maior doado pelo Joeslei Muuuuuu? Isso não te interessa?
ExcluirA vagabundagem já está com medo porque o cidadão TRABALHADOR vai poder andar em segurança e se defender.
ResponderExcluirNinguém é obrigado a comprar o que não quer. Só que esta medida é praticamente inócua, pois as restrições e exigências são imensas.
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