A reporrtagem é de Consuelo Dieguez.
A publicação diz que o Banco Central e o mercado financeiro escamoteiam a crise.
A maneira de operar do Digimais é semelhante a do Master. O caso ganhou proporção depois da ação movida pelo fundo EXP1, que alega ter sido lesado pelo Digimais ao lhe vender carteiras de crédito falsas. Em 28 de fevereiro do ano passado, o EXP1 pagou 650 milhões de reais pelas carteiras de crédito consignadas do Digimais, e, como de praxe, aguardou a entrega dos documentos comprovando os créditos em carteira. O Digimais adiou ao máximo a entrega dos documentos que comprovavam os créditos nas carteiras, só apresentando-os em maio, três meses após a venda. Foi tudo considerado fraudulento.
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Vai ficar mais caro entrar no paraíso. De imediato o dízimo vai aumentar muito.
ResponderExcluirNa minha opinião o FGC deveria se limitar a um seleto grupo de bancos, digamos assim, mais tradicionais. Qual o cidadão comum desse que você encontra em uma fila do supermercado que investe suas economias em digimais, Master, btg, Will, etc? Quem quer aventura tem que se sujeitar aos riscos. Ah esqueci do tal Mercado Pago que jorra comerciais com uma sorridente moça prometendo rendimentos acima de 140%. Algo me diz que esse será um dos próximos escândalos em muito breve, quem viver verá...
ResponderExcluirKkkk na ROBOLANDIA é assim. Agora vai te queixar para o BISPO.
ResponderExcluirEsse cidadão aí dispensa apresentações, bem conhecidos seus negócios desde os anos 80. A questão fundamental é, depois do Master, quantas dessas bombas relógio estão a solta por aí ? O FGC suporta ? O sistema financeiro suporta ? Muito preocupante.
ResponderExcluirPodridão na política é coisa velha. Podem roubar a Petrobras, os correios, os fundos de pensão, e educação, à saúde e os cofres do governo, mas se isso se espalha para o sistema financeiro, aí amigos, vamos ver uma catástrofe nunca vista antes.
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