- Elis Radmann é cientista social e política. Fundou o IPO - Instituto Pesquisas de Opinião em 1996 e tem a ciência como vocação e formação.
As pesquisas divulgadas neste momento retratam apenas uma fotografia, um instante de um filme que ainda está em movimento. E essa fotografia pode mudar conforme o enredo se transforma. É um raciocínio clássico na área da pesquisa, mas que ganha um novo peso neste ciclo eleitoral: a volatilidade do cenário nacional e internacional está afetando diretamente a estabilidade emocional e cognitiva do eleitor.
O eleitor gaúcho, assim como o brasileiro, está sendo desafiado a pensar mais profundamente sobre o contexto e sobre o papel de quem escolherá para conduzir o próximo governo. Num ano em que tudo parece instável, a única certeza é que 2026 promete ser uma eleição diferente, em que cada movimento no tabuleiro global poderá influenciar o voto de cada cidadão.
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Pensa num voto azedume em 2026... Um vice que ninguem sabe quem é...um quadro do PT que ninguém conhece...um lambedor de bolas do Bolsonaro.... e a Juliana Brizola que é igual uma samambaia.... O RS merece muito mais do que isso.....
ResponderExcluirEleição sem voto impresso e auditoria confiável não será uma eleição. Será continuidade de um governo sem nenhum propósito de futuro para os brasileiros, principalmente para os jovens. Pobre Brasil!
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