Análise, Celso Ming - Condições adversas

Neste artigo para o jornal "O Estado de S. Paulo" deste sábado, o jornalista Celso Ming explica que a  nova equipe econômica assumirá suas funções num momento em que o Brasil já não se impõe como a grande promessa de potência econômica. E diz por que razão. Leia:

De uns anos para cá, o B do Brics é percebido como um gigante metido em enroscos que não sabe aproveitar as oportunidades que surgem.O governo Dilma parece não ter se dado conta de que os ventos mudaram. Continua imaginando que o Brasil é eternamente abençoado por Deus, o que dispensa criatividade e trabalho, e que o resto do mundo está sempre pronto a curvar-se.Se a cada meta econômica não atingida o governo culpa a crise externa é, também, porque não parece ter entendido que a maré virou.Há alguns anos, o Brasil era visto como grande oportunidade na área das commodities, porque o setor estava bombando, graças à grande demanda por matérias-primas provocada pelo arranque da China. Foi o que levou gigantes da mineração e do petróleo a fazer loucuras só para estar no País. Este parece ter sido o principal fator que favoreceu as lambanças aprontadas pelo empresário Eike Batista.Este ciclo se inverteu e as cotações das commodities escorregam por um vasto tobogã. Ainda na semana passada, a presidente Dilma apontava para o afluxo anual de US$ 60 bilhões em Investimentos Estrangeiros Diretos (IEDs) e concluía que o investidor externo não está atacado pelo mesmo desânimo demonstrado pelo investidor brasileiro. Mas, tomado assim, com casca e tudo, este pode ser um indicador enganoso.

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2 comentários:

  1. Quem investir no Brasil com esta turma de safados politicos que temos, está fadado a perder todas as economias e ir morar em um gueto debaixo da ponte. Aqui, está se lutando para manter a vida, igual a uma guerra civil com tantas mortes anuais nas mãos dos filhos dos Bolsa Parasitas, os chamados "DIMENORES", protegidos pela merda do ECA.

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  2. É que o Brasil já atingiu seu apogeu. De agora em diante é só lomba abaixo. Parafraseando o saudoso Roberto Campos, quem nasceu para ser o último da gafieira, jamais será o último do jóquei clube. A América bolivariana é o nos espera. Ame-a ou deixe-a.

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