Bolsonaro manteve o Bolsa Família, ampliou benefícios e criou o Auxílio Emergencial durante a pandemia

Para desmistificar as fake news de que Flávio Bolsonaro acabaria com o Bolsa Família se fosse eleito presidente, o histórico do governo Jair Bolsonaro traz dados importantes. Durante a pandemia, em 2020, o governo criou o Auxílio Emergencial, com parcelas iniciais de R$ 600, que alcançou 67,2 milhões de pessoas e teve custo aproximado de R$ 322 bilhões naquele ano, segundo dados oficiais.  

Em 2021, Bolsonaro substituiu o Bolsa Família pelo Auxílio Brasil, reformulando a política de transferência de renda. Em agosto de 2022, o benefício mínimo subiu para R$ 600 por família, com adicional temporário de R$ 200, alcançando 20,2 milhões de famílias. Os números mostram que, durante sua gestão, houve ampliação da assistência social e dos valores pagos aos beneficiários.  

O histórico é um dado concreto para o debate público: Bolsonaro não extinguiu a transferência de renda, mas manteve a assistência social, criou um auxílio extraordinário durante a pandemia e ampliou os pagamentos em 2022.

Portal da Microsoft vira alvo de críticas por viés político a favor de Lula

O MSN Brasil, portal de notícias ligado à Microsoft, precisa responder a uma pergunta incômoda em pleno ano eleitoral: seus critérios de seleção de conteúdo são realmente equilibrados? 

A percepção de leitores de que o site dá destaque a notícias favoráveis ao governo Lula e a setores da esquerda, enquanto publica conteúdos críticos ao senador Flávio Bolsonaro e a bandeiras e políticos mais alinhados a direita, levanta dúvidas sobre a pluralidade da cobertura política.  

Em um ambiente no qual a manchete exibida na tela pode influenciar a percepção pública de candidatos e governos, não basta alegar que o portal apenas reúne conteúdos de terceiros. A plataforma também precisa ser transparente sobre como seleciona, recomenda e distribui essas informações (conforme quadro de montagens de matérias publicadas hoje (11/10) e selecionadas pelo editor).  

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Índia enfrenta onda de protestos após cancelamento de milhões de títulos de eleitores

Uma barata virou símbolo de contestação política na Índia. O chamado Cockroach Janta Party, ou Partido do Povo Barata, nasceu como uma sátira nas redes sociais e ganhou força ao canalizar a indignação de jovens com o desemprego, declarações controversas de autoridades e suspeitas de interferência política no sistema eleitoral. 

A mobilização desafia o governo do primeiro-ministro Narendra Modi, no poder desde 2014, e levou milhares de pessoas às ruas, apesar das barreiras policiais e das restrições impostas pelas autoridades. 

A origem do movimento está em comentários atribuídos a autoridades indianas que associaram jovens desempregados a baratas e parasitas. 

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Ipespe aponta Flávio Bolsonaro com 52,7% contra 47,3% de Lula no 2º turno

A pesquisa Ipespe/Abrapel, divulgada neste sábado (10), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 52,7% dos votos válidos em um eventual segundo turno contra Lula (PT), que aparece com 47,3%. O resultado acompanha levantamentos recentes de outros institutos que também mediram a disputa entre os dois políticos. 

Na quinta-feira (8) e na sexta-feira (9), Datafolha e AtlasIntel divulgaram números semelhantes. O Datafolha registrou 52% para Flávio Bolsonaro e 48% para Lula, enquanto a AtlasIntel apontou 52,8% para o senador e 47,2% para o petista. 

O levantamento Ipespe/Abrapel ouviu 1.500 eleitores em todo o Brasil, entre os dias 6 e 8 de outubro de 2026. A pesquisa tem margem de erro de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

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