Bolsonaro manteve o Bolsa Família, ampliou benefícios e criou o Auxílio Emergencial durante a pandemia

Para desmistificar as fake news de que Flávio Bolsonaro acabaria com o Bolsa Família se fosse eleito presidente, o histórico do governo Jair Bolsonaro traz dados importantes. Durante a pandemia, em 2020, o governo criou o Auxílio Emergencial, com parcelas iniciais de R$ 600, que alcançou 67,2 milhões de pessoas e teve custo aproximado de R$ 322 bilhões naquele ano, segundo dados oficiais.  

Em 2021, Bolsonaro substituiu o Bolsa Família pelo Auxílio Brasil, reformulando a política de transferência de renda. Em agosto de 2022, o benefício mínimo subiu para R$ 600 por família, com adicional temporário de R$ 200, alcançando 20,2 milhões de famílias. Os números mostram que, durante sua gestão, houve ampliação da assistência social e dos valores pagos aos beneficiários.  

O histórico é um dado concreto para o debate público: Bolsonaro não extinguiu a transferência de renda, mas manteve a assistência social, criou um auxílio extraordinário durante a pandemia e ampliou os pagamentos em 2022.

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