Em 2021, Bolsonaro substituiu o Bolsa Família pelo Auxílio Brasil, reformulando a política de transferência de renda. Em agosto de 2022, o benefício mínimo subiu para R$ 600 por família, com adicional temporário de R$ 200, alcançando 20,2 milhões de famílias. Os números mostram que, durante sua gestão, houve ampliação da assistência social e dos valores pagos aos beneficiários.
O histórico é um dado concreto para o debate público:
Bolsonaro não extinguiu a transferência de renda, mas manteve a assistência
social, criou um auxílio extraordinário durante a pandemia e ampliou os
pagamentos em 2022.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Prezado leitor: o seu comentário é de sua exclusiva responsabilidade, conforme dispõe o Marco Civil da Internet. O fato de ser utilizado o anonimato, não o exime de responsabilidade, porque a qualquer momento seu IP pode ser levantado judicialmente e a identidade do autor surgirá de maneira clara. O editor apenas disponibiliza sua via, sua estrada, para que o leitor utilize-a, mas não tem qualquer responsabilidade em relação aos conteúdos aqui disponibilizados.