O início glorioso de Michael Schumacher rumo ao seu primeiro
título mundial é resgatado por relatos pessoais e registros de época, apesar de
a fonte ter omitido o ano exato da temporada.
Dica do editor - Schumacher: Nasce Uma Lenda (Netflix)
Abstenção bate recorde e acende alerta nas eleições de 2026
O primeiro turno das eleições de 2026 registrou 21,08% de abstenção, segundo dados da Justiça Eleitoral. Foram aproximadamente 33,4 milhões de eleitores que não compareceram às urnas, em um dos maiores índices de ausência já registrados em eleições presidenciais no país.
O percentual ficou acima do registrado no primeiro turno de 2022, quando a abstenção foi de 20,95%. O resultado de 2026 representa uma nova marca histórica e mantém a tendência de crescimento da ausência dos eleitores observada nas últimas eleições.
Além das abstenções, o primeiro turno teve cerca de 2,2
milhões de votos brancos e 3,6 milhões de votos nulos. O Tribunal Superior
Eleitoral informou que pretende ampliar as ações para estimular o
comparecimento no segundo turno.
De 2022 para 2026: Bolsonaros ampliam votação, enquanto Lula recua no Brasil e no RS
No Rio Grande do Sul, a diferença na evolução dos números também aparece de forma significativa. Em 2022, Jair Bolsonaro teve 3.245.023 votos (48,89%), enquanto Lula recebeu 2.806.672 (42,28%). Em 2026, Flávio Bolsonaro alcançou 3.552.311 votos (55,65%), crescimento de 307.288 votos e de 6,76 pontos percentuais em relação ao resultado de Jair Bolsonaro. Lula, por sua vez, registrou 2.279.233 votos (35,71%), queda de 527.439 votos e de 6,57 pontos percentuais em relação a 2022.
Assim, nos dois recortes analisados, a votação de Flávio Bolsonaro em 2026 foi superior à votação de Jair Bolsonaro em 2022, enquanto a votação de Lula foi menor que quatro anos antes. No Brasil, a diferença entre Flávio e Lula no primeiro turno de 2026 foi de aproximadamente 2,23 milhões de votos; no Rio Grande do Sul, a diferença chegou a 1,27 milhão de votos.
Confira os candidatos eleitos no RS nas eleições de 2026
As eleições de 2026 definiram a nova composição política do Rio Grande do Sul. Luciano Zucco (PL) foi eleito governador no primeiro turno, enquanto Ubiratan Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (NOVO) conquistaram as duas vagas ao Senado em disputa no Estado.
Na Câmara dos Deputados, o Rio Grande do Sul elegeu 31 representantes, enquanto a Assembleia Legislativa terá 55 novos deputados estaduais para a próxima legislatura. A votação para os cargos proporcionais segue o sistema de distribuição de cadeiras entre partidos e federações.
São 31 estreantes nas respectivas Casas: 9 dos 31 deputados federais e 22 dos 55 deputados estaduais nunca haviam ocupado cadeira na Câmara dos Deputados ou na Assembleia Legislativa, respectivamente.
CLIQUE AQUI e confira aqui a lista completa dos eleitos.
Manuela acumula cinco derrotas eleitorais e fica novamente fora do Senado
Em 2018, Manuela foi candidata a vice-presidente na chapa de Fernando Haddad (PT), derrotada no segundo turno por Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão. Em 2020, voltou à disputa pela Prefeitura de Porto Alegre e chegou ao segundo turno, mas novamente não foi eleita.
Agora, em 2026, Manuela disputou uma vaga ao Senado pelo Rio Grande do Sul e terminou fora das duas cadeiras destinadas ao Estado. Com isso, são cinco eleições consecutivas em que não conquistou o cargo disputado: 2008, 2012, 2018, 2020 e 2026.
Eduardo Leite é o maior derrotado das eleições no RS
Na disputa proporcional, outros nomes que passaram pelo governo Leite também ficaram fora das cadeiras conquistadas. Entre eles Frederico Antunes que atuou como o principal líder do governo de Eduardo Leite na Assembleia Legislativa por oito anos teve apenas 1,9% dos votos para a disputa ao senado. Ainda estão nesse time Paula Mascarenhas, Arita Bergmann, Jorge Pozzobom, Fábia Richter e Gaúcho da Geral.
Sem mandato conquistado nas urnas, esses nomes entram no próximo ciclo político sem um cargo eletivo garantido. O futuro dependerá das escolhas dos próximos governos e das articulações políticas a partir de 2027.
Porto Alegre é a capital mais petista do Sul
Na disputa pelo governo do RS, Juliana Brizola (PDT) também
venceu na capital, com 338.394 votos (45,78%), enquanto Zucco (PL) teve 324.823
(43,94%). No Estado, porém, Zucco foi eleito governador no primeiro turno.
Para o Senado, Manuela D'Ávila (PSOL) foi a mais votada em
Porto Alegre, com 340.437 votos (24,06%), seguida por Marcel Van Hattem (NOVO),
com 331.784 (23,45%).
Outras cidades gaúchas em que Lula venceu Flávio no RS foram: Viamão, Pelotas, Rio Grande e Santana do Livramento.



