É um padrão que resistiu a disputas acirradas, reviravoltas políticas, crises econômicas, mudanças de governo e até eleições decididas por margens estreitas. Agora, em 2026, o tabu volta ao centro da disputa.
Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT)
chegam ao segundo turno, marcado para 25 de outubro, depois de uma primeira
rodada em que o candidato do PL terminou à frente. Flávio teria alcançado
47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula, uma diferença de
aproximadamente 2,2 milhões de votos.
A pergunta que emerge é inevitável: será que, desta vez, o segundo colocado conseguirá transformar a desvantagem inicial em vitória? O histórico brasileiro diz que não.
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Mas o sistema diz sim pois certamente vão manipular os votos na hora da apuração,anotem aí o que estou dizendo.
ResponderExcluirÉ... Mas sempre pode haver uma primeira vez. Portanto, nada de a direita baixar a guarda achando que já levou! A diferença é mínima!
ResponderExcluirE dessa vez Lula não tem onde buscar votos, não teve outros partidos de esquerda na disputa. Só os eleitores de Caiado e Zema somados a votação de Flávio já lhe garantem a vitória matemática. É impossível pensar que algum eleitor deles possa botar em Lula. É certo que a vantagem de Flávio vai aumentar no segundo turno.
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