O ponto de partida ocorreu em 2018, antes de expandir sua forte influência em Brasília. Vorcaro se aproximou do empresário baiano Augusto Lima, que buscava parcerias para operar o Credcesta após conseguir exclusividade com o governo baiano
O então Banco Máxima (futuro Banco Master) comprou 50% da PKL, empresa que detinha os direitos de exploração do cartão. O modelo do Credcesta na Bahia serviu como base para a expansão do banco por vários estados. Em proposta de delação premiada (rejeitada pela PF e pela PGR), Vorcaro alegou que a operação envolvia repasses mensais milionários a um grupo político do estado, o que os citados sempre negaram veementemente (leia mais abaixo).
CLIQUE AQUI para ler toda a reportagem da revista Piauí.

