O Brasil vive uma contradição no setor elétrico: enquanto amplia rapidamente a geração solar e eólica, acumula problemas dEse transmissão, cortes de geração e aumento das tarifas. O resultado é um sistema com mais energia renovável, mas que ainda não consegue transformar essa abundância em eletricidade mais barata para o consumidor.
O exemplo mais recente está no Rio Grande do Sul. A proposta de revisão tarifária da CEEE-D prevê efeito médio de 22,31% a partir de 22 de novembro. Para consumidores de baixa tensão, grupo que inclui residências, o aumento estimado chega a 24,24%. O índice ainda será discutido em consulta pública e precisa ser homologado pela ANEEL.
O número coloca em evidência uma questão maior: por que um país com uma das matrizes elétricas mais renováveis do mundo continua enfrentando aumentos tão expressivos na conta de luz ?
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