Na terça-feira, os americanos decidem o Congresso. O que está em jogo vai muito além dos próximos dois anos.
Na próxima terça-feira, 3 de novembro, os Estados Unidos renovam as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes e 35 das 100 cadeiras do Senado. São 33 disputas regulares e duas eleições especiais, em Ohio e na Flórida, para as vagas deixadas por JD Vance e Marco Rubio. Ou seja, a Câmara inteira e pouco mais de um terço do Senado.
O ponto de partida é uma maioria republicana estreita. Na Câmara, são 218 republicanos, 214 democratas, um independente (Kevin Kiley, da Califórnia, que deixou o partido, mas continua na bancada republicana) e duas vagas abertas. A maioria exige 218 votos. No Senado, os republicanos têm 53 cadeiras, contra 47 do bloco democrata, que inclui dois independentes. Para virar o Senado, os democratas precisam de um ganho líquido de quatro cadeiras, já que um empate de 50 a 50 é desempatado pelo vice-presidente Vance.
O histórico joga contra quem governa ...
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"O Partido Democrata não é mais aquele de Bill Clinton", diz o torcedor que escreve a "análise" acima. Verdade. Só esqueceu de dizer que o Partido Republicano tampouco é hoje aquele partido de Bush e Reagan, e sim uma agremiação extremista dominada pelo trumpismo. Hipócrita.
ResponderExcluirAh, mas…
ResponderExcluirAh, mas…
Ah, mas…
Enquanto isso não acontece, é bem mais próximo de nós, aqui dentro mesmo, uma manchete na Folha, que se tivesse som seria música para meus ouvidos!
“Lula revoltado e assustado”
Com alta do dólar, alta dos juros, queda da bolsa, contas estouradas, metade da famílias endividadas, etc, etc, etc…
E agora, Lula?
Como se dizia na minha infância, Lula, agora caga na mão e joga fora!
Do que Flávio se livrou…
Maravilha!
Se os Socialistas retomarem o poder, o Ocidente acabará islamizado.
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