O escândalo envolve diretamente o filho de Lula, Lulinha, que foi blindado por interferência do pai, Lula da Silva, e resultou poupado de depor na CPI do INSS.
O inquérito principal foi entregue em 2025 para o ministro Dias Toffoli, ex-advogado de Lula, que resultou afastado quando estourou o escândalo Vorcaro. Dias Toffoli vinha protegendo Lula, Lulinha e comparsas. Visando escapar da fúria midiática, política e popular, o STF manobrou para entregar a relatoria para o ministro André Mendonça, mas este ano Mendonça foi golpeado e teve que passar o inquérito para o presidente da Corte, Edson Fachin, numa manobra interna que na prática acaba protegendo Lula, Lulinha e comparsas.
O STF não quer mexer no caso.
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