A mobilização ocorre em meio ao debate sobre o custo de vida e à disputa política de 2026. Itens básicos, como carne, café, arroz e feijão, estão entre os produtos que devem aparecer nos registros feitos pelos consumidores.
A proposta é reunir imagens que mostrem os preços praticados nos estabelecimentos que já estão mais caro nesta sexta-feira (16), dia seguinte aprovação da escala 6x1. O Editor por exemplo, foi no supermercado Zaffari e já encontrou a picanha de Lula a R$ 250 reais, ontem custava R$ 220.

Isso aí é moleza, o que mais ter nos mercados é preço alto.
ResponderExcluirMas esse tal de Zaffari é muito ladrão, mesmo!
ResponderExcluirTomate gaúcho a 5,00 a unidade
ResponderExcluirRoubo 💵🧟♂️
Aqui hoje tava 13 o kilo, levei só dois pro fim de semana.
Excluirvai passar vergonha se comparar com a época do bozo...naquela época o arroz a 8 o kg, feijão a 10 o kg, azeite a 12 a lata! vcs são ridículos...hj se ganha um salário maior com produtos mais baratos e sem pagarmos IR para salários de até 5 mil, ou com IR reduzido com salários até 7350,00...vcs não cansam de passar vergonha!
ResponderExcluirhoje comprei costela a 18,90 e maminha a 39,90...a gadaiada pira!
ResponderExcluirPra que, esse garoto vai baixar os preços?
ResponderExcluirVejam o aumento da carne no governo do bozo, em percentuais, e o aumento no governo do Lula. Vai cair os butias do bolso!
ResponderExcluirÉ isto. Menino inteligente. Tem que sair da pauta do PT de ficar falando de escala 6x1. Estes marqueteiros do Flávio são fracos. Não pode só reagir as falas do Lula. Tem que atacar também.
ResponderExcluirQuanto está a carme de paca no black...kkkkk
ResponderExcluirMostrem também os impostos cobrados no pão, leite carne, café e outros produtos de primeira necessidade. Alguns deles as taxas vão a 20%. A quadrilha do Ladrão promete picanha e ônibus de graça, durante as eleições, para roubar o povo nos supermercados, depois.
ResponderExcluirFotografar?
ResponderExcluirÉ só olhar nos aplicativos
Então fotografem o preço do leite e do óleo de soja e comparem com a época do Bolsonaro
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