A pressão chinesa já chegou ao Brasil com marcas como BYD e
GWM. Para Golfarb, o diferencial não está apenas nos custos, mas na escala,
verticalização e intensidade tecnológica. O executivo defende que o Brasil
avance em áreas como semicondutores, componentes eletrônicos, minerais
estratégicos e terras raras para construir uma cadeia industrial mais
sofisticada.
Apesar da transformação, o mercado brasileiro mantém espaço para crescer. A estratégia, segundo Golfarb, deve combinar a força do etanol e dos híbridos com a tendência global de eletrificação.
CLIQUE AQUI para ler mais.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Prezado leitor: o seu comentário é de sua exclusiva responsabilidade, conforme dispõe o Marco Civil da Internet. O fato de ser utilizado o anonimato, não o exime de responsabilidade, porque a qualquer momento seu IP pode ser levantado judicialmente e a identidade do autor surgirá de maneira clara. O editor apenas disponibiliza sua via, sua estrada, para que o leitor utilize-a, mas não tem qualquer responsabilidade em relação aos conteúdos aqui disponibilizados.