O caso envolvendo o Banco Master completa um mês sem avanços decisórios relevantes na Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Desde 12 de setembro, quando o presidente da Corte, Edson Fachin, determinou a transferência dos processos para seu gabinete, pedidos de liberdade e medidas necessárias ao avanço das investigações aguardam análise.
O impasse amplia a pressão sobre o tribunal em uma investigação que envolve suspeitas de fraudes financeiras e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A situação também expõe divergências internas sobre a condução dos processos. O ministro André Mendonça, que era o relator das investigações, permanece no centro da disputa sobre quem deve decidir os pedidos pendentes.
A indefinição sobre a tramitação também alcança recursos apresentados por investigados presos. Entre os casos que aguardam encaminhamento está o pedido de liberdade de Daniel Vorcaro, além de recursos de outros investigados.
Eu e minha mulher íamos votar no Flávionaro mas mudamos de ideia, ruim por ruim deixa Lula não trocar o certo pelo duvidoso
ResponderExcluirAnônimo 11:20, vá tomar no olho do cu, você e sua digníssima.
ExcluirEu virei tbm, desconfiei que Flávio será ruim ,Lula apesar de tudo oferece vários aulixilos e oportunidades de emprego.
ExcluirEsta postura de CONGELAR o inquérito do banco Master, do Edson FRACHIN, é como a daquele juiz de futebol, que quando o time para que torce está em PERIGO DE GOL, ele inventa uma falta inexistente da zaga do time adversário.
ResponderExcluirO FRAQUISSIMO FRACHIN, como bom militonto petralha, indicado pela Dilmandioca para o STF, sempre protegeu o Cachaça da Silva, essa é que é a VERDADE!!!
A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) pretende ingressar com uma ação judicial após a veiculação de sua propaganda eleitoral ir ao ar sem áudio na tarde desta segunda-feira (12). Pessoas próximas à campanha classificaram o episódio como “sabotagem”, enquanto a equipe do candidato afirma que o material foi entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em perfeitas condições, com o áudio verificado, checado e funcionando corretamente.
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Enquanto ministros se brigam entre si (por dinheiro ou por fama), as vítimas do banco co fundado pelo então governador da Bahia mais outro cúmplice barbicha,ficam num limbo.
ResponderExcluirMilhões de vítimas lesadas, umas sem o dinheiro aplicado e outras obrigadas a pagar juros escorchantes de empréstimos consignados. Na Bahia os pagamentos de empréstimos consignados (4,1%) só cobrem os juros, o principal fica para o resto da vida. E no restante do Brasil? Como fica a professora torcedora do pt que emprestou?