O autor é advogado, engenheiro e escritor. Tamvém ex-presidente da Fiergs e ex-representante do Brasil na OIT, Genebra.
Há momentos em que a coragem exige permanecer; em outros, sobreviver para prosseguir na luta.
Em 622, Maomé deixou Meca sob perseguição e estabeleceu em Medina a comunidade que sustentaria a expansão do Islã. Séculos depois, refugiado no castelo de Wartburg, Lutero traduziu o Novo Testamento para o alemão, ampliando o alcance da Reforma. Bolívar encontrou no Haiti apoio para retomar suas campanhas pela independência. Em 1940, de Gaulle partiu para Londres e organizou a França Livre. Oliver Tambo conduziu do exterior parte essencial da luta contra o apartheid. O Dalai Lama preserva no exílio a voz e as tradições de seu povo.
São causas e trajetórias distintas, mas todas ajudam a compreender que uma retirada pode preservar a capacidade de resistência.
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Este tipo de artigo ofende a inteligência de uma direita democrática e responsável. Só serve para alimentar a esperança do fado de golpistas e oportunistas.
ResponderExcluirAcorda! A luta é desigual, afinal um dos lados tem apoio do diabo.
Excluirhttps://www.youtube.com/watch?v=ycaKokKwBFo
ResponderExcluirAutor cita alguns que saíram do seu ambiente para sobreviver. Com a arma engatilhada, muitos fanfarrões chamam outros de covardes.
ResponderExcluirAparentemente, se o autor dessa postagem quer fazer um paralelo com a situação de Flávio Bolsonaro, então podemos entender que ele irá voltar, como os citados acima!
ResponderExcluirO senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é alvo de investigações no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção, evasão de divisas e crimes relacionados ao Estado Democrático de Direito e símbolos nacionais.
Caso Willer Tomaz e Apostas Online: Sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, o senador é investigado por lavagem de dinheiro e evasão de divisas em negócios de apostas (bets) ligados ao advogado e amigo Willer Tomaz. A Polícia Federal identificou movimentações financeiras incompatíveis com as atividades declaradas do parlamentar e vínculos com contas e viagens.
Empréstimo Imobiliário: O Ministério Público Federal também investigou condições atípicas em um financiamento de R$ 3,1 milhões concedido pelo BRB para a compra de uma mansão em Brasília.