Artigo, Dagoberto Lima Godoy - Recuar para continuar

O autor é advogado, engenheiro e escritor. Tamvém ex-presidente da Fiergs e ex-representante do Brasil na OIT, Genebra.

Há momentos em que a coragem exige permanecer; em outros, sobreviver para prosseguir na luta. 

Em 622, Maomé deixou Meca sob perseguição e estabeleceu em Medina a comunidade que sustentaria a expansão do Islã. Séculos depois, refugiado no castelo de Wartburg, Lutero traduziu o Novo Testamento para o alemão, ampliando o alcance da Reforma. Bolívar encontrou no Haiti apoio para retomar suas campanhas pela independência. Em 1940, de Gaulle partiu para Londres e organizou a França Livre. Oliver Tambo conduziu do exterior parte essencial da luta contra o apartheid. O Dalai Lama preserva no exílio a voz e as tradições de seu povo. 

São causas e trajetórias distintas, mas todas ajudam a compreender que uma retirada pode preservar a capacidade de resistência.

CLIQUE AQUI para ler mais.

5 comentários:

  1. Este tipo de artigo ofende a inteligência de uma direita democrática e responsável. Só serve para alimentar a esperança do fado de golpistas e oportunistas.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Acorda! A luta é desigual, afinal um dos lados tem apoio do diabo.

      Excluir
  2. https://www.youtube.com/watch?v=ycaKokKwBFo

    ResponderExcluir
  3. Autor cita alguns que saíram do seu ambiente para sobreviver. Com a arma engatilhada, muitos fanfarrões chamam outros de covardes.

    ResponderExcluir
  4. Aparentemente, se o autor dessa postagem quer fazer um paralelo com a situação de Flávio Bolsonaro, então podemos entender que ele irá voltar, como os citados acima!

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é alvo de investigações no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção, evasão de divisas e crimes relacionados ao Estado Democrático de Direito e símbolos nacionais.
    Caso Willer Tomaz e Apostas Online: Sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, o senador é investigado por lavagem de dinheiro e evasão de divisas em negócios de apostas (bets) ligados ao advogado e amigo Willer Tomaz. A Polícia Federal identificou movimentações financeiras incompatíveis com as atividades declaradas do parlamentar e vínculos com contas e viagens.
    Empréstimo Imobiliário: O Ministério Público Federal também investigou condições atípicas em um financiamento de R$ 3,1 milhões concedido pelo BRB para a compra de uma mansão em Brasília.

    ResponderExcluir

Prezado leitor: o seu comentário é de sua exclusiva responsabilidade, conforme dispõe o Marco Civil da Internet. O fato de ser utilizado o anonimato, não o exime de responsabilidade, porque a qualquer momento seu IP pode ser levantado judicialmente e a identidade do autor surgirá de maneira clara. O editor apenas disponibiliza sua via, sua estrada, para que o leitor utilize-a, mas não tem qualquer responsabilidade em relação aos conteúdos aqui disponibilizados.

https://api.clevernt.com/e46a5348-350f-11ee-9cb4-cabfa2a5a2de/https://api.clevernt.com/e46a5348-350f-11ee-9cb4-cabfa2a5a2de/