1) Torna mais imparcial o exame da matéria, afastando da centralidade o ministro Mendonça, parte do caso, já que é relator da matéria.
2) Avança na decisão de realizar a sessão de terça-feira, que será aberta e transmitida por TV.
O ministro Edson Fachin tem sido muito prudente e assertivo nas decisões sobre a crise institucional que atinge o STF e aparentemente conta com o apoio da maioria dos ministros, que atualmente são 10. Assim, o grupo que está do seu lado seria formado por ele, Cármem Lúcia, Kássio Nunes Marques e André Mendonça. São 5 ministros. O outro lado também conta com 5, mas Dias Toffoli já declarou que não vota nos casos do Master, considerando-se justamente impedido. Neste caso, do outro lado estariam Moraes, Dino, Gilmar e Zanin, mas Gilmar não é confiável para lado algum quando o caso é de vida ou morte, como este.

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